Mulher bolsonarista que grita para voltar ao trabalho é mais uma ‘fake news’

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Publicado sexta-feira, 3 de abril de 2020 as 16:27, por: CdB

A identidade da bolsonarista foi revela em mensagem do internauta Luiz Carlos Limeira Neto, no Facebook: “Ela é aposentada, empresaria, casada e mora em casa de luxo. Manipulou a Mídia e a nação para cometer crime contra a vida”, relata Neto.

Por Redação – de Brasília

A mulher que aparece no vídeo republicado na conta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em que pede a volta dos governos militares, é uma empresária de Brasília, chamada Fátima Montenegro, militante declarada em favor do atual governo. No vídeo, ao lado da filha, ela se exalta e pede um golpe para que o comércio seja reaberto – o que contraria recomendações das autoridades sanitárias.

A 'professora do chiqueirinho' mora em bairro de luxo e diz que é viúva, mas o marido está vivo
A ‘professora do chiqueirinho’ mora em bairro de luxo e diz que é viúva, mas o marido está vivo

Sua identidade, no entanto, foi revela em mensagem do internauta Luiz Carlos Limeira Neto, no facebook. “Ela é aposentada, empresaria, casada e mora em casa de luxo. Manipulou a Mídia e a nação para cometer crime contra a vida. (…) Acharam a atriz, que estava passando fome, mas não queria ajuda e sim que abra o comércio para ela poder trabalhar”, relata Neto.

“Olha o passado da ‘professora do chiqueirinho’. Diz que dá aulas particulares. Tem uma empresa: (Caligrafia ABZ – Prof. Fátima Montenegro) e recebe aposentadoria, mora em bairro nobre e o celular que está com a filha é mais caro q meu salário”, acrescenta, após informar que a professora não é viúva, mas casada e se diz separada.

CPMI das Fake News

“O marido aposentado e mora em bairro rico sim”, reafirma.
Não é por acaso, então, que o governo de Jair Bolsonaro passou a noite articulando para tentar evitar a prorrogação da CPI das Fake News. A operação, no entanto, fracassou. Embora alguns senadores tenham recuado do apoio à extensão dos trabalhos do colegiado, outros parlamentares assinaram o requerimento para que ela funcione até outubro.

Encerrado o prazo às 23h59 desta quinta-feira, a oposição garantiu o número necessário de assinaturas para que as investigações sobre a disseminação de mentiras continue. O temor do governo é que o colegiado se concentre nos filhos de Bolsonaro.

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