Netflix registra maior crescimento na região Ásia-Pacífico

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Publicado terça-feira, 17 de dezembro de 2019 as 13:06, por: CdB

A gigante de streaming Netflix está acelerando seu crescimento no exterior, com seus negócios na região Ásia-Pacífico registrando as maiores altas do número de assinantes.

Por Redação, com Reuters – de Nova York/Toronto

A gigante de streaming Netflix está acelerando seu crescimento no exterior, com seus negócios na região Ásia-Pacífico registrando as maiores altas do número de assinantes e de receita entre todas as regiões nos últimos três anos.

Netflix registra maior crescimento dos últimos 3 anos na região Ásia-Pacífico
Netflix registra maior crescimento dos últimos 3 anos na região Ásia-Pacífico

Em um documento apresentado na segunda-feira, a empresa forneceu detalhes sobre seus negócios internacionais antes de sua divulgação de resultados do quarto trimestre em janeiro, que informará a receita e o número de assinantes por região pela primeira vez.

Na região da Ásia-Pacífico, a menor da empresa, a receita aumentou 153% entre o final do terceiro trimestre de 2017 e o final do terceiro trimestre de 2019. O número de assinantes cresceu 148% no período.

O crescimento na Europa, Oriente Médio e África também acelerou. O número de assinantes nas regiões aumentou 132% entre o final do terceiro trimestre de 2017 e o final do terceiro trimestre de 2019, e a receita de assinaturas aumentou 105% no período.

América Latina

Na América Latina, onde a empresa afirma estar em 33% das residências de banda larga, a receita de streaming aumentou 71% entre o final do terceiro trimestre de 2017 e o final do terceiro trimestre de 2019. Os assinantes aumentaram 61% no período.

A Netflix está se concentrando em seus negócios internacionais à medida que o cenário de streaming se torna mais movimentado, com o Disney + da Disney e o Apple TV + da Apple entrando no mercado e dois outros serviços, HBO Max e o Peacock, da NBCUniversal, programados para serem lançados no próximo ano.

Criptomoedas

Advogados que representam clientes da plataforma de criptomoedas canadense QuadrigaCX pediram à polícia a exumação do corpo do fundador da companhia, cuja morte repentina no ano passado deixou milhões de dólares em moeadas digitais presas nas contas. O objetivo é saber se o corpo é dele mesmo.

Gerald Cotten morreu em dezembro de 2018 enquanto viajava pela Índia por conta de complicações da doença de Crohn. O empresário de 30 anos era a única pessoa com acesso às senhas das carteiras digitais da QuadrigaCX, que abrigam cerca de US$ 180 milhões canadenses (US$ 135 milhões).

Após a morte de Cotten, a QuadrigaCX, que tinha cerca de 115 mil usuários, ficou sem poder localizar ou garantir uma quantia significativa das reservas de criptomoedas.

A viúva de Cotten, Jennifer Robertson, afirmou em depoimento que recebeu ameaças online e “comentários difamatórios”, incluindo perguntas sobre a natureza da morte do empresário e se ele realmente estava morto.

“O propósito desta carta é pedir, em nome dos clientes afetados, que a polícia do Canadá conduza uma exumação e autópsia post-mortem do corpo de Gerald Cotten para confirmar sua identidade e a causa da morte dadas as questionáveis circunstâncias envolvendo a morte de Cotten e as perdas significativas dos usuários afetados”, afirma a carta de 13 de dezembro publicada pelo advogado Miller Thomson.

A carta pede a exumação e autópsia até a primavera do hemisfério norte “diante de preocupações sobre decomposição”.

A polícia do Canadá não comentou o assunto de imediato. Advogados de Robertson não se manifestaram.

A QuadrigaCX, que negociava moedas digitais como bitcoin, Litecoin e Ethereum, pediu anteriormente recuperação judicial.