Nicolás Maduro agradece ao governo de Putin por se opor à agressão contra Venezuela

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Publicado terça-feira, 5 de fevereiro de 2019 as 11:43, por: CdB

O presidente venezuelano agradeceu também aos líderes de outros países, em particular ao líder chinês, Xi Jinping, e ao presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

Por Redação, com Sputnik – de Moscou/Caracas

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em entrevista ao canal russo RT, afirmou que está grato ao presidente russo Vladimir Putin, que se opôs à agressão contra Venezuela.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou que está grato ao presidente russo Vladimir Putin

– Agradeço pela posição firme a clara do governo de Putin, que se opôs à agressão contra a Venezuela e à tentativa de mudança de governo através de um golpe do Estado – afirmou Maduro.

O presidente venezuelano agradeceu também aos líderes de outros países, em particular ao líder chinês, Xi Jinping, e ao presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

Além disso, Maduro expressou seu agradecimento aos líderes do México, Uruguai e Bolívia, bem como aos representantes dos países da Comunidade do Caribe (CARICOM).

Em 4 de fevereiro, o Grupo de Lima se reuniu junto com outros países para debater soluções para a crise política em Caracas, que resultou em uma declaração crítica em relação ao governo venezuelano, convocando a comunidade internacional a suspender os laços financeiros e comerciais com a Venezuela.

Para o dia 7 de fevereiro, o Uruguai e o México estão organizando uma conferência sobre a Venezuela, em Montevidéu, de que participarão representantes de mais de uma dezena de países e organizações internacionais.

A crise política na Venezuela se agravou em 23 de janeiro, depois que o líder da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se proclamou como presidente interino do país.

Os EUA, vários países da Europa e da América Latina, inclusive o Brasil, reconheceram Guiadó como presidente interino legítimo do país. A Rússia, China, México, Turquia, Noruega e Uruguai estão entre as nações que expressaram seu apoio a Maduro como presidente legitimamente eleito do país.

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