No centro da unidade está o povo

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Publicado quinta-feira, 26 de julho de 2018 as 09:48, por: CdB

O Brasil evoluiu no profundo debate para criar uma aliança de esquerda e derrotar o golpismo. As alianças não são entre pessoas dirigentes, são as convergências de todos os grupamentos da esquerda para atender ás necessidades dos 200 milhões de brasileiras e brasileiros

Por Zillah Branco – de Brasília:
A proposta de Governo terá metas claras e objetivos concretos para garantir a independência e a soberania nacionais para proporcionar o desenvolvimento cidadão e sócio-econômico.

O Brasil evoluiu no profundo debate para criar uma aliança de esquerda e derrotar o golpismo
Manuela D’Avila tem desenvolvido uma maratona de contactos com o maior número de representações populares de várias gerações, gêneros, etnias, profissões, de onde extrai a sua sabedoria e firmeza para afirmar: “O tema da unidade é um tema central. As virtuais divergências que a gente tem são inferiores à unidade que a gente tem que ter para reconstruir o Brasil”.

Este comportamento político supera o antigo hábito de discutir primeiro em torno da mesa redonda para depois levar a proposta às ruas. Vemos que Boulos faz trabalho popular semelhante em outros lados, Lula com a força da sua dignidade conquista eleitores mesmo sequestrado, e Ciro procura ouvintes em áreas mais resistentes à mudança.

Em poucos meses o território brasileiro tem sido sacudido com um levantamento de questões concretas que exigem soluções urgentes através de uma plataforma única.”O centro sempre foi a ampliação da nossa unidade”, explica a nossa Manú com a sua jovialidade inteligente e modesta de revolucionária.

A campanha nessas eleições ganha novo ímpeto com a criatividade da nova geração que se define como militante. É uma nova dinâmica que permite à geração anterior, de homens e mulheres de Estado contribuir entusiásticamente com as suas experiências através da nova comunicação social que denuncia a mídia global que se transformou em realejo do imperialismo.

Trump

Celso Amorim explica como a figura estapafúrdia de Trump “desconstrói a ordem mundial” criada pelo seu próprio time. E a desordem criada pela crise sistêmica insolúvel, abre brechas por onde o Brasil poderá entrar quando recuperar a sua integridade. Refere a recente eleição no Mexico que deixou a velha direita no chão depois de décadas estacionada no poder. Requião analisa o cenário político voltado para a necessidade de fortalecer o Senado com a sua experiência democrática de raiz histórica, ou de se propor a governar o Paraná para repor uma meta que, imaginamos, seja parceira da que segue o Maranhão.

Enquanto as esquerdas se unificam na nova dinâmica, a direita vai perdendo os antigos pretendentes que não querem meter o pé em arapucas do processo ditatorial em decadência. O que os animava era um rio de dinheiro transbordante que começa a secar ou desviar seu curso para lados menos conhecidos, deixando a lama do fundo à vista de toda a gente. Até juizes recebem puxões de orelha em público por não saberem o que é a justiça. De outras nações chegam críticas à destruição da Justça no Brasil.

Mudou o vento! Nasceu uma nova consciência popular!

“O tema da unidade é um tema central. As virtuais divergências que a gente tem são inferiores à unidade que a gente tem que ter para reconstruir o Brasil”.

Zillah Branco, é cientista Social, consultora do Cebrapaz. Tem experiência de vida e trabalho no Chile, Portugal e Cabo Verde.

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