Norte-americana é infectada com o Covid-19, em cruzeiro pela Malásia

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Publicado sábado, 15 de fevereiro de 2020 as 16:37, por: CdB

A mulher voou do Camboja para a Malásia na sexta-feira juntamente com 144 pessoas do navio, informou o Ministério da Saúde da Malásia em comunicado. O marido dela apresentou resultado negativo.

Por Redação, com Reuters – de Sihanoukville, Malásia

Uma norte-americana de 83 anos que era passageira de um navio de cruzeiro que atracou no Camboja testou positivo para o novo coronavírus (Covid-19) ao chegar na Malásia, disseram autoridades de saúde neste sábado.

Navios inteiros estão em quarentena, por contágio com o novo coronavírus
Navios inteiros estão em quarentena, por contágio com o novo coronavírus

A mulher voou do Camboja para a Malásia na sexta-feira juntamente com 144 pessoas do navio, informou o Ministério da Saúde da Malásia em comunicado. O marido dela apresentou resultado negativo.

Ao mar

O MS Westerdam, operado pela unidade da Carnival Corp Holland America Inc, atracou no porto cambojano de Sihanoukville na quinta-feira, depois de ter sido evitado por cinco países por receio de que os passageiros estivessem com o vírus.

O Westerdam, transportando 1.455 passageiros e 802 integrantes da tripulação, passou duas semanas no mar.

Os passageiros foram testados regularmente a bordo e o Camboja também testou 20 depois que o navio atracou. Ninguém estava com o novo coronavírus que matou mais de 1.500 pessoas, a grande maioria na China.

Monitoramento

Os Estados Unidos anunciaram o envio de uma aeronave ao Japão para trazer de volta passageiros dos EUA no navio de cruzeiro em quarentena Diamond Princess, onde ocorreram as maiores infecções por coronavírus fora da China.

A embaixada dos EUA em Tóquio disse em uma carta no sábado aos passageiros que um avião fretado chegará ao Japão na noite de domingo e recomendava “muita cautela” para que os cidadãos dos EUA desembarquem e voltem para casa para monitoramento adicional.

Os passageiros serão obrigados a passar por quarentena adicional de 14 dias após a chegada aos Estados Unidos e, se optarem por não voltar no voo, não poderão retornar para casa “por um período de tempo”, segundo a carta.

Situação

“Entendemos que isso é frustrante e uma adaptação, mas essas medidas são consistentes com as políticas cuidadosas que instituímos para limitar possível propagação da doença”, informou a carta.

O Japão confirmou que estava em coordenação com o governo dos EUA para que os norte-americanos deixassem o navio e retornassem para casa, dizendo que isso aliviaria sua responsabilidade na resolução da situação.

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