Novo planeta maior que a Terra é descoberto fora do Sistema Solar

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Publicado sábado, 8 de janeiro de 2022 as 11:35, por: CdB

O TOI 2257 b é 2,2 vezes maior que a Terra, e gira em torno de sua estrela a cada 35 dias. Acredita-se que se trata de um exoplaneta mais gasoso que terrestre, com uma órbita excêntrica oval, fazendo com que às vezes esteja mais próximo ou mais distante de sua estrela.

Por Redação, com Sputnik – de Washington

Pesquisadores do Instituto de Astronomia da Universidade Nacional Autônoma do México descobriram um exoplaneta (fora do Sistema Solar) maior que a Terra.

O TOI 2257 b é 2,2 vezes maior que a Terra, e gira em torno de sua estrela a cada 35 dias

O exoplaneta, batizado de TOI 2257 b, foi localizado com a ajuda do telescópio SAINT-EX, que opera no Observatório Astronômico Nacional de San Pedro Mártir, no estado mexicano da Baixa Califórnia, e que é coordenado pelo pesquisador Yilen Gómez Maqueo Chew.

A descoberta ocorreu durante um estudo realizado por Laurence Sabin e Marco Gómez Muñoz, pesquisadores do Instituto de Astronomia de Ensenada (noroeste do México).

– Primeiro foi identificado com os dados do satélite TESS, que está observando todo o céu em busca de exoplanetas, tendo sua existência sido confirmada com telescópios terrestres como o SAINT-EX, para assegurarmos de que é um planeta e não qualquer outra coisa – explicou Gómez Maqueo Chew, em comunicado da Direção-Geral de Comunicação Social da Universidade Nacional Autônoma do México.

Gira em torno de sua estrela

O TOI 2257 b é 2,2 vezes maior que a Terra, e gira em torno de sua estrela a cada 35 dias. Acredita-se que se trata de um exoplaneta mais gasoso que terrestre, com uma órbita excêntrica oval, fazendo com que às vezes esteja mais próximo ou mais distante de sua estrela.

Além disso, o telescópio SAINT-EX detectou uma curva na luz que o planeta recebe de sua estrela, bem como um fenômeno parecido com um eclipse, pois à medida que o planeta se aproxima, ele escurece.

– Quando encontramos exoplanetas, nos damos conta que são muito diferentes daquilo que conhecemos, e isso nos ajuda a compreender melhor o processo de como são formados os sistemas planetários e como evoluem – indicou Yilen Gómez.

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