quarta-feira, 20 de setembro de 2017 • ANO XVII • N° 6.449

3 Comments

  1. 3

    Marcia Eloy

    Historicamente, a princípio os que elegiam os prefeitos, governadores e presidente eram os proprietários de terra, pois só tinham direito de voto os que possuíssem cem (não tenho creteza do número) cabeças de gado. A igreja, também exercia este papel, como exerce até hoje. Mais tarde, entraram os empresários e banqueiros. Fala-se muito dos corruptos mas quase nada dos corruptores.

  2. 2

    GERALDO MOTA

    Eu concordo com o JOVINO DE JESUS e digo mais: Em cidades do interior, onde o povo é mais inteligente e observador, vale aí é o bom caráter, o bom nome e a boa proposta do candidato, principalmente quando o pleito local é para a escolha do Prefeito. Nesses casos, quando o candidato estiver pensando apenas na possibilidade de se locupletar do erário, colocando no bolso os recursos públicos, as chances de vitória são mínimas. Bom exemplo, nesse sentido, é a cidade de Minas Novas (MG), onde a campanha atual já está sendo denominada de “Tostão contra UM MILHÃO”, onde o candidato FELIPE (43), sem qualquer estrutura financeira e apenas na “sola de sapato”, desafia o poderio econômico de seus adversários, copiosamente financiados pela própria prefeitura e pelos empresários da região que já se acostumaram a fazer da prefeitura um verdadeiro balcão de negociatas e tramóias.

  3. 1

    jovino de jesus

    Pois é. Ouso lembrar ao articulista que, pelo menos no Brasil, o poder sempre esteve nas mãos dos afortunados. Desde a primeira Constituição, em 1824, estabeleu-se que só poderiam exercer o direito do voto aqueles que comprovassem possuir recursos financeiros. O povo mesmo, a grande massa, não podia ser eleitor. Ora, se o homem do povo não podia sequer votar, como pensar em algum dia ser eleito? Daí, que ao correr do tempo somente a elite alcançava o poder. E a massa popular se conformava com tal estado de coisas. Delirava e aplaudia os “eleitos pelo povo”. Até que, afinal, um paupérrimo vindo do árido nordeste, onde conheceu a fome de perto, chegou na cidade grande e se revelando possuidor de extraordinário dom político galgou os degraus do sucesso e conseguiu receber o Diploma de Presidente da República Federativa do Brasil. Então, os saudosos do comando elitista estão custando a se conformar. O poder financeiro é muito grande, claro, mas, de quando em vez, aparece no mundo alguém privilegiado que consegue provar que o dinheiro não é tudo. Isso aconteceu aqui no Brasil. -Jovino de Jesus-

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