OMS aprova vacina da Sinovac para uso emergencial

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Publicado terça-feira, 1 de junho de 2021 as 14:07, por: CdB

Um painel independente de especialistas recomendou a vacina da Sinovac para pessoas maiores de 18 anos, com uma segunda dose de duas a quatro semanas depois, sem limite superior de idade devido à probabilidade de ter um efeito protetor em pessoas idosas.

Por Redação, com Sputnik – de Bruxelas

OMS aceitou na terça-feira para uso emergencial a vacina chinesa da Sinovac da China, tratando-se da segunda do país a receber esse status.

OMS aprova vacina da Sinovac da China para uso emergencial

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou na terça-feira a vacina Sinovac para uso emergencial contra a covid-19, cita a agência francesa AFP.

“A OMS validou hoje a vacina contra covid19 da Sinovac-CoronaVac para uso emergencial, dando aos países, financiadores, agências adquirentes e comunidades a garantia de que ela atende aos padrões internacionais de segurança, eficácia e fabricação”, anunciou a agência de saúde das Nações Unidas em uma declaração.

“A vacina é produzida pela empresa farmacêutica Sinovac, sediada em Pequim”, disse a OMS.

Um painel independente de especialistas recomendou a vacina da Sinovac para pessoas maiores de 18 anos, com uma segunda dose de duas a quatro semanas depois, sem limite superior de idade devido à probabilidade de ter um efeito protetor em pessoas idosas.

Garantias de segurança

Além das garantias de segurança, eficácia e fabricação, a autorização de emergência da OMS permite que a vacina seja incluída no COVAX, o programa global para fornecer vacinas, principalmente para países pobres, que atualmente enfrentam grandes problemas de fornecimento devido à suspensão das exportações de vacinas da Índia, escreve na terça-feira à agência inglesa de notícias Reuters.

Em 7 de maio, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinopharm se tornou a primeira do país a receber aprovação emergencial da OMS. A farmacêutica chinesa CanSino Biologics também apresentou dados de ensaios clínicos de sua vacina, mas ainda não tem revisão marcada pela agência de saúde da ONU.

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