Operação combate tráfico de armas em vários Estados

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Publicado quinta-feira, 5 de março de 2020 as 11:48, por: CdB

A Polícia Federal (PF) desencadeou na manhã desta quinta-feira a Operação Gun Express, para prender integrantes de um grupo especializado no crime de tráfico internacional de armas de fogo e munições.

Por Redação, com ABr – de Brasília

A Polícia Federal (PF) desencadeou na manhã desta quinta-feira a Operação Gun Express, para prender integrantes de um grupo especializado no crime de tráfico internacional de armas de fogo e munições. A estimativa é de que o grupo remeteu e transportou, desde o ano de 2016, mais de 300 armas de fogo, investindo cerca de R$ 2 milhões na compra do armamento.

O grupo remeteu e transportou, desde 2016, mais de 300 armas
O grupo remeteu e transportou, desde 2016, mais de 300 armas

Cerca de 310 policiais federais cumpriram 62 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva, nos Estados do Paraná, da Bahia, do Rio Grande do Norte, de São Paulo, da Paraíba, de Sergipe, Santa Catarina, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

“Estão sendo executados também 27 bloqueios judiciais de contas bancárias e aplicações financeiras, bem como sequestro e arresto de bens de 26 pessoas físicas e uma pessoa jurídica, além da constrição judicial de 10 veículos em nome de terceiros”.

A investigação teve início no primeiro semestre de 2018, quando a PF identificou que armas de fogo estariam sendo remetidas pelos Correios, escondidas dentro de equipamentos de treino para artes marciais, como aparadores de chute, luvas e caneleiras.

Associação na importação

A partir daí os policiais apuraram que pessoas nos Estados do Paraná, da Bahia e do Rio Grande do Norte, que integravam a quadrilha, atuavam em associação na importação, guarda, remessa e transporte de armas de fogo, acessórios e munições. Todo material teria como destino outros Estados, com destaque para a Bahia e o Rio Grande do Norte. A PF chegou também a apreender armas, que eram transportadas escondidas nos tanques de combustíveis de veículos.

Foi identificado que parte do pagamento das armas era feito por intermédio de empresas de fachada controladas por suspeitos da Bahia e do Rio Grande do Norte para dar aparência lícita aos repasses financeiros feitos pelo sistema de transferências bancárias.

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