Países isolam Reino Unido por nova variante do coronavírus

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Publicado segunda-feira, 21 de dezembro de 2020 as 10:51, por: CdB

Com o avanço de uma nova variante do coronavírus Sars-CoV-2 no Reino Unido, muitos países europeus, asiáticos e da América anunciaram a suspensão de voos vindos do território britânico para tentar conter a disseminação.

Por Redação, com ANSA – de Bruxelas/Londres

Com o avanço de uma nova variante do coronavírus Sars-CoV-2 no Reino Unido, muitos países europeus, asiáticos e da América anunciaram a suspensão de voos vindos do território britânico para tentar conter a disseminação.

Diversos países já bloquearam voos vindos do Reino Unido
Diversos países já bloquearam voos vindos do Reino Unido

Ainda não se sabe se a variante é mais letal do que as anteriores, mas especialistas de saúde britânicos apontam que ela tem uma transmissão mais rápida do que as demais, até 70% mais veloz, segundo o premiê, Boris Johnson. Por conta disso, o governo determinou um lockdown em Londres e o sudeste da Inglaterra, onde há mais casos detectados.

Na Europa, Itália, Alemanha, Países Baixos, Bélgica e França foram os primeiros a suspenderem os voos de e para o Reino Unido. A medida foi seguida por diversos países, como Canadá, Romênia, Argentina, Colômbia, Turquia, Polônia, Bulgária, Índia , Arábia Saudita, Irã, Suíça, El Salvador, Kuwait, Irlanda, Turquia e Israel.

O Brasil ainda não se manifestou

Alguns dos governos optaram inclusive por proibir voos da África do Sul e da Austrália, onde as autoridades já constataram a presença da nova cepa. O Brasil ainda não se manifestou.

As informações até o momento apontam que a nova variante, que não é a primeira do coronavírus, vale destacar, foi detectada em um paciente em setembro desse ano. Desde então, os pesquisadores analisaram que ela se tornou a cepa predominante em Londres e no sudeste da Inglaterra.

Não se sabe se a mutação surgiu no Reino Unido ou se o país foi o primeiro a detectar a alteração. No entanto, os especialistas (inclusive da Organização Mundial da Saúde) ressaltam que no momento a mudança não deve afetar a eficácia das vacinas desenvolvidas contra a covid-19.