Pequim exige exame negativo de covid-19 para passageiros no embarque aéreo

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Publicado terça-feira, 21 de julho de 2020 as 11:31, por: CdB

Passageiros de voos com destino à China precisam apresentar exames de covid-19 negativo antes de embarcar, disse a autoridade de aviação do país nesta terça-feira, e o governo estuda como diminuir ainda mais o risco de casos importados.

Por Redação, com Reuters – de Pequim

Passageiros de voos com destino à China precisam apresentar exames de covid-19 negativo antes de embarcar, disse a autoridade de aviação do país nesta terça-feira, e o governo estuda como diminuir ainda mais o risco de casos importados de coronavírus em meio ao aumento das viagens internacionais.

Pessoas com máscaras de proteção no aeroporto internacional de Xanga
Pessoas com máscaras de proteção no aeroporto internacional de Xanga

Exames de ácido nucleico precisam ser realizados a cinco dias do embarque, disse a Administração da Aviação Civil da China (CAAC) em seu site, em instalações designadas ou reconhecidas pelas embaixadas chinesas nos países de origem.

As embaixadas avaliarão

As embaixadas avaliarão cuidadosamente a capacidade de exames dos países de origem e formularão procedimentos de viagem quando as condições de realização dos exames forem satisfeitas, disse a CAAC.

O anúncio chega no momento em que países enfrentam dificuldades com a capacidade e a velocidade da realização de exames. Em partes dos Estados Unidos, o recebimento dos resultados de exames pode demorar até duas semanas, e em alguns outros países os exames de ácido nucleico são reservados para pessoas que tiveram contato próximo com pacientes com covid-19 ou que têm sintomas da doença potencialmente fatal.

No mês passado, a CAAC permitiu que mais companhias aéreas estrangeiras retomassem o serviço para a China e aumentassem o número de voos devido à recuperação econômica. Na sexta-feira, a alemã Lufthansa disse que dobrará o número de voos de e para a China continental nas próximas semanas, e a Air France KLM anunciou que recebeu aprovação para aumentar a quantidade de voos destinados à China.