Pesquisa mostra qual é a frequência sexual média para cada idade

Arquivado em: Vida & Estilo
Publicado segunda-feira, 20 de janeiro de 2020 as 14:00, por: CdB

Conforme um estudo americano, do Instituto Kinsey para Pesquisas em Sexo, Gênero e Reprodução, a tendência é diminuir ao passar dos anos e inclusive, variar de uma vez por semana a uma vez por mês.

 

Publieditorial – de São Paulo

 

É um engano pensar que a idade não interfere na intimidade sexual entre quatro paredes. Isso porque foram realizados estudos que mostraram que a idade desempenha um papel importante em fatores como frequência e qualidade da vida sexual.

A frequência sexual, por idade, foi medida em uma pesquisa em nível global
A frequência sexual, por idade, foi medida em uma pesquisa em nível global

Mas… qual é a média de relações sexuais para cada idade? Será que os jovens fazem muito mais sexo que os adultos, como se imagina?

Sem dúvida, isso varia de acordo com a idade, dependendo de fatores variados, tais como saúde, libido e estilo de vida. 

Conforme um estudo americano, do Instituto Kinsey para Pesquisas em Sexo, Gênero e Reprodução, a tendência é diminuir ao passar dos anos e inclusive, variar de uma vez por semana a uma vez por mês.

Frequência sexual por idades

Em resumo, o estudo diz que os jovens com idade entre 18 e 29 anos têm, aproximadamente, 112 relações sexuais ao ano, o correspondente a três encontros por semana. Logo, os adultos com idades entre 30 a 39 anos, têm em média 1,6 relação sexual por semana. E os conhecidos como coroas ou maduros, têm 69 relações ao ano ou 1,3 relação por semana, que significa um pouco mais da metade em comparação aos mais jovens.

Mas, quais são os fatores que influenciam em cada etapa?

Sem dúvida, o resultado da pesquisa tem relação com o passar dos anos, o estresse do dia a dia, as obrigações e rotina familiares, incluindo também a perda de aptidão física e mental, que com certeza são agravantes para a diminuição da frequência sexual. 

O periódico científico The Journal of Sex Research, também publicou que as mudanças físicas que acontecem ao passar dos anos, somado à sensação de mais velhos, podem influenciar a capacidade no geral.

Em suma, esses estudos apontam que à medida que envelhecemos, nossas chances de desenvolver condições de saúde crônicas aumentar e acaba afetando de forma negativa na frequência e na qualidade da atividade sexual. 

O casamento e o sexo

Naturalmente como podem imaginar, o casamento tem sua parcela de culpa quando de frequência sexual tratamos. Isso porque 34% dos casados fazem sexo entre duas e três vezes por semana, 45% têm algumas vezes por mês e 13% somente algumas vezes por ano. Isto leva frequentemente a infidelidades com conhecidos ou profissionais, tais como acompanhantes em Rio de Janeiro.

Ou seja, casar é um motivo essencial para a frequência sexual, porque além de 34% admitem fazer sexo entre duas e três vezes semanais, a investigação conclui que pessoas casadas ou comprometidas que têm sexo de forma regular, são indiscutivelmente mais felizes, não tendo necessidade frequente da prática. O sexo é mais proveitoso quando as relações por semana alcançam a média de 4 ou mais vezes, comparado com aqueles que praticam apenas uma vez no mesmo período.

No que diz respeito a esse “aproveitar”, os investigadores afirmam que são as mulheres mais maduras e comprometidas quem curte mais as relações, isso porque com a idade conhecem a si próprias, e também ao casal, visto que apesar de não praticarem sexo com tanta regularidade como nos tempos de juventude, a qualidade sem dúvida supera a quantidade.

Sem dúvida, com o tempo, as mulheres se concentram menos na frequência sexual e mais nos pontos emotivos e íntimos do sexo, ressaltando também o conhecimento do próprio corpo.

Se conclui que as relações sem compromisso não se comparam em qualidade com as de uma relação matrimonial e constante.

O interesse sexual diminui com a idade? 

Imediatamente tranquilizamos a todos respondendo que não. Segundo outro estudo realizado sobre a sexualidade de homens e mulheres entre 40 e 80 anos, foi constatado que o interesse pelo sexo não diminui à medida que a idade avança.

Pelo contrário: para 80% dos homens e 60% das mulheres, o sexo é parte importante de suas vidas e essencial para o bem-estar e felicidade.

Para os especialistas envolvidos na pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, os números são maiores do que imaginavam. Talvez porque sempre consideramos que somente os jovens tenham apetite sexual, mas a pesquisa prova que não, que a idade não influencia o apetite sexual. É por isso que uma porcentagem considerável dos clientes das acompanhantes em São Paulo são idosos.

Os cientistas perceberam o quanto é necessário fazer com que a qualidade dessas relações sexuais permaneça boa à medida em que homens e mulheres entram na terceira idade.

O comportamento sexual de 26 mil homens e mulheres entre 40 e 80 anos foram avaliados em 28 países, incluindo o Brasil, onde a pesquisa foi conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Ao contrário do que os especialistas sempre pensaram, homens e mulheres com mais de 40 anos continuam não só a achar o sexo importante, como também a praticá-lo com regular freqüência. 

Mais da metade dos que participaram garantiram que praticam sexo entre uma e seis vezes por semana. No Brasil, 75% dos homens e mulheres entrevistados afirmaram ter relações sexuais pelo menos uma vez por semana.

Os cientistas disseram que os dados são bastante parecidos com os de vezes que pessoas mais jovens praticam sexo. Por outro lado, médicos lembram, no entanto, que a qualidade das relações tende a piorar com a idade. Entre 39% e 44% dos entrevistados alegaram sofrer de problemas sexuais. 

Quais são os problemas mais comuns? 

São relacionados com dificuldade de ereção nos homens e atingir o orgasmo, no caso das mulheres. Por isso, é importante cuidar da saúde sexual porque fica comprovado que o sexo é essencial para o ser humano praticamente até o fim da vida.

É fundamental desenvolver novas terapias, medicamentos para os problemas sexuais e também tratar da sexologia sem tabus, com naturalidade como deve ser. 

Fazer sexo com frequência faz bem à saúde

Com todas as pesquisas, também ficou comprovado os benefícios da prática do sexo, ajudando a diminuir a pressão arterial, reduzindo o estresse, a ansiedade e ajudando na qualidade do sono.

Cuidemos nossa saúde sexual!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *