Pesquisadores russos revelam a primeira foto da cepa britânica da covid-19

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Publicado segunda-feira, 25 de janeiro de 2021 as 10:09, por: CdB

Pesquisadores do Serviço Federal de Defesa dos Direitos dos Consumidores e Bem-Estar Humano da Rússia (Rospotrebnadzor) tiraram foto da nova cepa da covid-19, segundo informou o serviço federal russo.

Por Redação, com Sputnik – de Moscou

Pesquisadores do Serviço Federal de Defesa dos Direitos dos Consumidores e Bem-Estar Humano da Rússia (Rospotrebnadzor) tiraram foto da nova cepa da covid-19, segundo informou o serviço federal russo.

Cientistas russos revelam a 1primeira foto da cepa britânica da covid-19

Cientistas russos tiraram pela primeira vez foto de microscópio da cepa britânica do novo coronavírus.

“O Centro Estatal de Pesquisa de Virologia e Biotecnologia Vektor do Rospotrebnadzor pela primeira vez no mundo tirou foto da cepa britânica do coronavírus, obtida de um paciente em dezembro de 2020. A foto de microscópio do vírus foi recebida no âmbito do estudo contínuo de características dessa variante do novo coronavírus, inclusive suas características estruturais e sintomas nas culturas celulares e modelos experimentais, usando animais de laboratório”, de acordo com o serviço federal.

Foi revelado que os testes PCR, de detecção do coronavírus, registrados na Rússia identificam efetivamente os casos da mutação britânica da covid-19 e os sistemas de testes do Rospotrebnadzor são capazes de distinguir essa variante do vírus de sua forma sem mutações.

Cepa britânica da covid-19

“As mutações características para a cepa britânica do coronavírus não afetam a eficácia da vacina EpiVacCorona (segunda vacina russa), em que estão incluídos antígenos peptídeos, relacionados às partes conservadoras de proteínas virais, não afetadas pelas mudanças identificadas do vírus”, afirmou o serviço federal.

Em meados de dezembro, o Reino Unido confirmou a presença de nova cepa do vírus SARS-CoV-2. Nova cepa se espalha mais rápido e pode ser 70% mais contagiosa de que as outras mutações. No entanto, não há dados sobre sua letalidade mais alta.