PF combate fraude digital que roubou R$ 18 milhões de clientes de banco

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Publicado sexta-feira, 5 de agosto de 2022 as 13:41, por: CdB

A investigação da PF aponta que a fraude acontece da seguinte forma: clientes emprestam contas bancárias para que os criminosos façam transações irregulares em troca de dinheiro, os chamados “laranjas”.

Por Redação, com Tecnoblog – de Brasília

A Polícia Federal deflagrou, na última terça-feira, uma operação que busca combater fraudes digitais em todo o Brasil. Chamada de “Não Seja um Laranja!”, a finalidade é desarticular esquemas criminosos voltados à golpes em contas eletrônicas de diversos bancos como Santander, Itaú, Caixa e Nubank.

Operação “Não Seja um Laranja!” busca combater fraudes em contas eletrônicas

A investigação da PF aponta que a fraude acontece da seguinte forma: clientes emprestam contas bancárias para que os criminosos façam transações irregulares em troca de dinheiro, os chamados “laranjas”.

Nas imagens divulgadas pela Polícia Federal foi possível notar a presença de cartões de diversos bancos como Santander, Itaú, Banco do Brasil, Nubank, Caixa, Next e Original.

Fruto do Convênio Tentáculos, essa é a primeira vez que uma operação é feita em conjunto entre Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e PF. A força-tarefa tem como objetivo reprimir golpes e fraudes bancárias eletrônicas.

Segundo o Governo Federal, estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão em 13 estados do país: Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal.

Prisão

A operação deflagrada pela Polícia Federal busca combater crimes cometidos por meios eletrônicos, como a clonagem de WhatsApp, o golpe do falso funcionário de banco e o já conhecido Phishing.

De acordo com os detalhes da operação, houve um crescimento considerável de pessoas físicas com participação nesse tipo de esquema. A PF aponta que o envolvimento nesse tipo de fraude, além de lesar cidadãos, também financia organizações criminosas.

Os investigados na operação “Não Seja um Laranja!” podem responder pelos crimes: associação criminosa, furto qualificado mediante fraude, uso de documento falso e falsidade ideológica. As penas para os envolvidos podem somar mais de 20 anos de prisão.

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