Pista do Aeroporto de Congonhas é fechada para manutenção

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Publicado quarta-feira, 5 de agosto de 2020 as 14:31, por: CdB

A pista principal do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo,  está recebendo, desde esta quarta-feira obras de recuperação, que exigiram o fechamento até o dia 5 de setembro, data prevista para a finalização.

Por Redação, com ABr – de São Paulo

A pista principal do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo,  está recebendo, desde esta quarta-feira obras de recuperação, que exigiram o fechamento até o dia 5 de setembro, data prevista para a finalização. Durante os trabalhos, a pista auxiliar do aeroporto continuará operando normalmente. O investimento será de R$ 11,5 milhões.

Investimento é de R$ 11,5 milhões
Investimento é de R$ 11,5 milhões

Os trabalhos incluem serviços de fresagem (retirada) do asfalto existente; execução de camada estrutural de concreto asfáltico (CBUQ) com grooving na região das cabeceiras; e aplicação da camada superficial porosa de atrito (CPA) em toda extensão da pista. A técnica CPA não utiliza emendas transversais no pavimento, sendo necessário um trabalho contínuo para seu melhor resultado, evitando-se interrupções.

– A camada porosa de atrito é uma tecnologia nova, foi a mesma utilizada no [aeroporto] Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e permite um rápido escoamento da água da chuva, e com isso aumenta a aderência dos pneus das aeronaves nos pousos, melhorando muito a segurança – explicou o superintendente do Aeroporto de Congonhas, João Márcio Jordão,

Ele disse que as pistas estavam em condições de uso, mas essa é uma manutenção periódica, feita a cada 10 anos, para manter a segurança operacional.

As obras

As obras estavam previstas para o ano que vem, mas com o fluxo de passageiros e aeronaves reduzido no terminal, devido à pandemia da covid-19, a Infraero  (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) decidiu antecipar o serviço.

– Fizemos um planejamento intenso e muito bem elaborado com todos os órgãos envolvidos e realizamos a licitação. O mês escolhido, agosto, é um período que historicamente não tem chuvas, o que propicia a evolução muito rápida (das obras). No ano que vem, quando o movimento estiver mais aquecido, não teremos o problema de precisar paralisar de qualquer forma para uma intervenção desse porte – afirmou Jordão.

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