Polícia Civil confirma morte de estudante da Uerj

Arquivado em: Destaque do Dia, Polícia, Rio de Janeiro, Últimas Notícias
Publicado segunda-feira, 7 de maio de 2018 as 12:32, por: CdB

Segundo a Polícia Civil, Matheusa foi morto depois de ter saído de uma festa no dia 29 de abril, no Morro do Dezoito. Não foram divulgados mais detalhes

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) da Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou na manhã desta segunda-feira a morte do estudante Matheus Passareli, que cursava Artes Visuais na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O universitário também se identificava como Matheusa e estava desaparecido há uma semana.

Matheus Passareli

Segundo a Polícia Civil, Matheusa foi morto depois de ter saído de uma festa no dia 29 de abril, no Morro do Dezoito. Não foram divulgados mais detalhes.

– As investigações prosseguem com diversas diligências objetivando a identificação da autoria do crime e posterior pedido de prisão. Não há outras informações passíveis de divulgação sem que as diligências sejam prejudicadas”.

Em um texto publicado no Facebook, a irmã de Matheusa, Gabe Passareli; já havia confirmado a morte e disse que o corpo da vítima foi queimado. 

– Poucas são as possibilidades de encontrarmos alguma materialidade; além das milhares que a Matheusa deixou em vida e que muito servirão; para que possamos ressignificar a realidade brutal que estamos vivendo – disse a irmã na rede social.

Violência

Em nota, a Coordenadoria Especial de Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio de Janeiro (Ceds) lamentou a morte do estudante; e o coordenador, Nélio Georgini, defendeu; que “nenhuma hipótese” seja descartada na apuração das motivações do crime.

Segundo a coordenadoria, as denúncias de casos de agressão a lésbicas, gays; bissexuais e transexuais do Rio de Janeiro cresceram mais de 100% entre janeiro e abril de 2018, em relação a 2017. O órgão pondera que isso não necessariamente significa que ocorreram mais agressões e pode refletir também o aumento da procura por formalizar as denúncias na Ceds.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *