Polícia Civil realiza operação contra milícia da Baixada Fluminense

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Publicado quinta-feira, 3 de dezembro de 2020 as 14:29, por: CdB

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO) realizou, nesta quinta-feira, uma operação para reprimir a milícia que atua na Baixada Fluminense.

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO) realizou, nesta quinta-feira, uma operação para reprimir a milícia que atua na Baixada Fluminense. Ao todo foram expedidos quatro mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão.

Polícia Civil realiza operação contra milícia no Rio
Polícia Civil realiza operação contra milícia no Rio

Um dos membros da quadrilha já cumpre pena pelo crime de milícia no Complexo Penitenciário de Bangu e teve sua prisão preventiva decretada. Segundo as investigações, ele continuava participando da organização criminosa e dava ordens de dentro da cadeia.

Até o momento três pessoas foram presas em flagrante e foram levadas para a sede da DRACO. Um dos presos é um homem que ficava na Avenida Brasil como olheiro, monitorava carros da polícia e informava aos demais comparsas a chegada dos agentes. Outro preso é um ex-policial militar. Três homens que tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça continuam foragidos.

A ação conta com o apoio de policiais penais da Superintendência de Inteligência da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), que auxiliam no cumprimento de mandados de prisão no Complexo Penitenciário de Bangu.

Facção

A Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro (Sepol) identificou que um dos integrantes da quadrilha especializada em roubos de relógios da marca Rolex, que foi preso na terça-feira, é um dos principais colaboradores de Marcos Willians Herbas Camacho, o “Marcola”, líder de uma das maiores facções criminosas do país, com forte atuação no estado de São Paulo. No momento da prisão, ele apresentou um documento falso, mas após levantamento de informações, os agentes descobriram a verdadeira identidade do bandido.

A operação que resultou na prisão do acusado foi realizada por policiais da 15ª DP (Gávea) e da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM). Seis pessoas foram presas, no bairro da Taquara, na Zona Oeste do Rio. Segundo os agentes, no local foram apreendidos nove relógios da marca Rolex, um da marca Invicta, uma pistola, um revólver, munições de pistola e fuzil, além de carregador de fuzil e duas granadas.

O grupo, três de São Paulo, um de Minas Gerais, e dois do Rio de Janeiro, cometia os crimes principalmente na Zona Sul. Os bandidos também são acusados de tentar assaltar um delegado e sua família, no último dia 29, na saída de um restaurante, no Jardim Botânico.

Milícia

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO) realiza, nesta quinta-feira, uma operação para reprimir a milícia que atua na Baixada Fluminense. Ao todo foram expedidos quatro mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão. Um dos membros da quadrilha já cumpre pena pelo crime de milícia no Complexo Penitenciário de Bangu e teve sua prisão preventiva decretada. Segundo as investigações, ele continuava participando da organização criminosa e dava ordens de dentro da cadeia.

Até o momento três pessoas foram presas em flagrante e estão sendo levadas para a sede da DRACO. Um dos presos é um homem que ficava na Avenida Brasil como olheiro, monitorava carros da polícia e informava aos demais comparsas a chegada dos agentes. Outro preso é um ex-policial militar. Três homens que tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça continuam foragidos.

A ação conta com o apoio de policiais penais da Superintendência de Inteligência da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), que auxiliam no cumprimento de mandados de prisão no Complexo Penitenciário de Bangu.