Polícia Federal cumpre mandados contra desvios na saúde em Tocantins

Arquivado em: Brasil, Destaque do Dia, Polícia, Últimas Notícias
Publicado quinta-feira, 24 de janeiro de 2019 as 12:48, por: CdB

Os investigados são suspeitos de fraude em licitação, organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva.

Por Redação, com ABr – de Brasília/São Paulo

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira a Operação Déjà Vu, tendo como alvo uma organização criminosa responsável por desviar cerca de R$ 7 milhões da saúde pública do município de Araguaína (TO).

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira a Operação Déjà Vu

De acordo com a PF, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nos Estados de Tocantins e Goiás e no Distrito Federal, com a participação de 90 policiais. Os investigados são suspeitos de fraude em licitação, organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva.

As investigações tiveram início após uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) ter reunido provas de que o Instituto Brasileiro de Gestão Hospitalar (IBGH), que deveria ser uma organização social sem fins lucrativos, na verdade funcionava como uma empresa privada, voltada à obtenção de lucro.

– Após vencer, de maneira fraudulenta, licitações com a Prefeitura de Araguaína (TO) para gerenciamento da saúde na localidade, o Instituto contratava, de forma direta, empresas ligadas aos seus gestores – informou a CGU por meio de nota.

Entre as fraudes identificadas estão superfaturamento para aquisição de produtos e a “maquiagem contábil”, por meio do registro de gastos genéricos com despesas administrativas e operacionais.

Segundo a CGU, até abril de 2018 o IBGH era responsável pelos serviços de saúde em três unidades: Hospital Municipal (HMA), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Anatólio Dias Carneiro e no Ambulatório de Especialidades Médicas, mediante contrato assinado com prefeitura de Araguaína.

À Agência Brasil entrou em contato com a assessoria do IBGH e foi orientada a buscar por email um posicionamento diretamente com o instituto, mas até a publicação da reportagem não obteve resposta a um pedido de comentário.

SP interdita ponte

A prefeitura de São Paulo interditou na noite de quarta-feira a ponte na Marginal Tietê que dá acesso à Rodovia Presidente Dutra no sentido Rio de Janeiro. De acordo com a administração municipal, a interrupção ocorreu devido a uma falha na estrutura. A prefeitura não informou quando a ponte voltará a ser liberada para o tráfego de veículos.

A ponte interditada é um dos caminhos utilizados pelos motoristas para chegar ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP). Agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estavam no local no início da noite para orientar os motoristas.

A interdição ocorre após uma vistoria da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras (Siurb)  apontar o rompimento da viga de apoio da estrutura no pilar junto à margem esquerda do Rio Tietê. “O problema é semelhante ao ocorrido no viaduto da Marginal Pinheiros, no entanto, a estrutura não cedeu e o pilar está preservado”, disse a prefeitura em nota.

A CET orienta que os motoristas utilizem como alternativa uma segunda ponte, que dá acesso à pista lateral da Dutra. Para poder acessar essa ponte, os veículos devem sair da pista expressa e passar para a central logo após a ponte da Vila Guilherme. Para o motorista que segue para a zona Leste pela pista expressa não há alterações.

Outra alternativa é seguir pela pista local da Marginal Tietê no sentido Ayrton Senna e acessar a pista lateral da Dutra pela Ponte do Tatuapé  – Deputado Ricardo Izar.

Em 15 de novembro do ano passado, um viaduto na pista expressa da Marginal Pinheiros foi interditada após ceder cerca de dois metros. Um problema na estrutura do viaduto demandou obras emergenciais. A liberação ao tráfego deverá demorar cerca de quatro meses.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *