Polícia francesa interrompe rave clandestina com mais de 2,5 mil pessoas

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Publicado sábado, 2 de janeiro de 2021 as 15:03, por: CdB

Festas com aglomerações estão proibidas pelo governo francês. A polícia francesa tentou pôr um fim ao evento na quinta-feira, mas a operação não teve sucesso e terminou em confrontos.

Por Redação, com Reuters – de Paris

Uma rave clandestina que começou na quinta-feira para celebrar a chegada do ano novo foi interditada neste sábado em Lieuron, na Bretanha, no noroeste da França. O evento clandestino contava com a participação de aproximadamente 2,5 mil pessoas, a maioria sem máscara. O som da rave só foi cortado após os participantes começarem a abandonar o local.

Frequentadora da rave clandestina é multada pela polícia francesa com a recomendação de que fique em isolamento por uma semana
Frequentadora da rave clandestina é multada pela polícia francesa com a recomendação de que fique em isolamento por uma semana

Festas com aglomerações estão proibidas pelo governo francês. A polícia francesa tentou pôr um fim ao evento na quinta-feira, mas a operação não teve sucesso e terminou em confrontos. As informações foram publicadas pela agência inglesa de notícias Reuters.

A França é o país europeu mais atingido pela COVID-19. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país registra 2.697.014 casos confirmados e 1.829.515 de mortes causadas pela doença.

Multados

Na noite passada, o ministro do Interior da França, Gerald Darmanin, o prefeito de Ille-et-Vilaine, Emmanuel Berthier, e integrantes de seu Gabinete fizeram uma reunião para discutir a rave. Segundo Darmanin publicou nas redes sociais, mais de 1,2 mil pessoas foram multadas enquanto deixavam o local e os organizadores serão identificados e processados.

“As forças de segurança interna, numerosas esta noite a meu pedido, e os controles intensivos postos em prática levaram ao fim da festa ilegal em Lieuron, sem episódios de violência. Continuamos com os controles, e cada participante é multado ao deixar o local”, escreveu o ministro.

As autoridades locais de saúde ainda pediram aos participantes da festa para que se isolassem por sete dias.