Polícia faz operação contra quadrilha acusada de fraudar seguro-desemprego

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Publicado segunda-feira, 15 de abril de 2019 as 10:48, por: CdB

Segundo levantamento feito pelo Ministério da Economia, a organização criminosa recebeu R$ 20,5 milhões em seguros-desemprego fraudulentos. Porém, se acordo com a PF, foi possível conseguir o bloqueio de R$ 10,6 milhões.

Por Redação, com ABr – de São Paulo

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta segunda-feira a segunda fase da Operação Mendacium contra uma quadrilha acusada de fraudar o recebimento de seguro-desemprego. Estão sendo cumpridos 12 mandatos de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva. Dez das detenções deem ocorrer em Mauá, na Grande São Paulo, quatro na capital paulista, duas em Porangatu (GO) e duas em Ibicuí (BA).

PF faz operação contra quadrilha acusada de fraudar seguro-desemprego

As investigações sobre o esquema começaram em outubro de 2017, a partir de denúncia de um trabalhador rural de Presidente Prudente, interior paulista, de que alguém estaria recebendo indevidamente seguro-desemprego em seu nome. A partir da apuração do caso, a Polícia Federal afirma ter identificado 408 empresas de fachada que eram usadas para fazer o recebimento do benefício por meio de fraudes.

Segundo levantamento feito pelo Ministério da Economia, a organização criminosa recebeu R$ 20,5 milhões em seguros-desemprego fraudulentos. Porém, se acordo com a PF, foi possível conseguir o bloqueio de R$ 10,6 milhões.

A primeira fase da operação foi realizada em setembro do ano passado, quando foram presas quatro pessoas na cidade de São Paulo e em Taboão da Serra (região metropolitana). Na ocasião, a polícia encontrou com os acusados um grande número de documentos falsos, instrumentos para confecção de documentação falsa e cerca de R$ 420 mil em dinheiro.

Tráfico de acessórios para armas

A Polícia Federal (PF) prendeu na noite do último sábado um homem por tráfico internacional de acessórios para armas de fogo. A prisão foi realizada em Foz do Iguaçu (PR), onde os agentes encontraram 124 miras telescópicas, três dispositivos de pontaria e 20 recipientes de spray de pimenta. Os objetos estavam no bagageiro de um ônibus que seguia para Balneário Camboriú (SC).

De acordo com a PF, o responsável pela bagagem confessou que comprou o armamento no Paraguai e venderia os objetos ilegais em Itajaí (SC) e Balneário Camboriú. O acusado está preso na delegacia da PF em Foz do Iguaçu.

O crime de tráfico internacional de acessório de arma de fogo de uso restrito tem pena mínima de 6 anos e máxima de 12 anos de prisão.

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