Polícia faz operação contra roubo de cargas no Rio

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Publicado quinta-feira, 6 de junho de 2019 as 12:46, por: CdB

De acordo com a Polícia Civil, o grupo é também responsável pela venda de drogas no complexo da Mangueirinha.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Pelo menos 23 pessoas foram presas nesta quinta-feira em uma operação da Polícia Civil contra um grupo suspeito de praticar roubos de cargas e de veículos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Policiais da Delegacia do município (59ª DP) e de unidades especializadas fazem a ação na comunidade da Mangueirinha.

Polícia faz operação contra roubo de cargas na Baixada Fluminense

De acordo com a Polícia Civil, o grupo é também responsável pela venda de drogas no complexo da Mangueirinha. Os policiais também acreditam que a organização era responsável por roubos a estabelecimentos e por sequestros.

O objetivo, ao praticar esses outros crimes, segundo a Polícia Civil, era aumentar os lucros da quadrilha e continuar dominando o complexo da Mangueirinha sem recorrer apenas à venda de drogas ilícitas.

Jogo do bicho

O recém-criado Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiroda Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriu na terça-feira, na primeira fase da Operação Nickel, seis mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa que atuava na contravenção do jogo do bicho e exploração de máquinas caça-níquel.

Além de cumprir os mandados expedidos pela Justiça, foram bloqueadas contas-correntes e aplicações financeiras de todos os investigados e das empresas analisadas e decretados o sequestro e a indisponibilidade de sete imóveis avaliados em cerca de R$ 7 milhões. Um dos que tiveram as contas bloqueadas foi o ex-policial civil Rogério Augusto Marques de Brito, o Rogerinho, apontado na investigação como o líder da quadrilha.

A diretora do Departamento de Combate à Corrupção, delegada Patricia Alemany, informou que as investigações, que começaram há cerca de três meses, revelaram que a quadrilha praticava usava empresas de fachada e pessoas físicas para ocultar o dinheiro proveniente da contravenção.

Na operação, coordenada pelos delegados Thiago Neves e André Timoni, foram analisaradas mais de 5 milhões de contas dos integrantes da organização com base em um relatório do Ministério Público estadual que apresentavam movimentação financeira suspeita.

Conforme o levantamento feito pelo Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro, em apenas uma das empresas de fachada investigadas, houve movimentação de aproximadamente R$ 2,5 milhões, no período de oito meses.

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