Polícia realiza operação para reprimir o tráfico de drogas no Rio

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Publicado segunda-feira, 11 de novembro de 2019 as 13:41, por: CdB

Policiais realizaram nesta segunda-feira,, a operação “Limpeza”. A ação tem o objetivo de combater o tráfico de drogas na região.

Por Redação, com ACS  e ABr– de Rio de Janeiro

Policiais da 136ª DP (Pádua) com auxílio de agentes da 135ª DP (Itaocara) e 137ª DP (Miracema) realizaram nesta segunda-feira,, a operação “Limpeza”. A ação tem o objetivo de combater o tráfico de drogas na região.

A ação tem o objetivo de combater o tráfico de drogas na região
A ação tem o objetivo de combater o tráfico de drogas na região

Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão. Um menor foi apreendido e Rondinelly Silva Oliveira foi preso. Com ele foram apreendidas drogas, material para embalar drogas e um revólver calibre 22.

Roubo dentro de hospital

Policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Nova Iguaçu (DEAM Nova Iguaçu) realizaram, no domingo,, em Realengo, na Zona Oeste, o cumprimento de mandado de prisão de Clayton de Almeida dos Santos, de 30 anos, pelo crime de roubo.

O homem foi capturado no hospital Albert Schweitzer recebendo atendimento após sofrer um acidente de moto.

Crimes de roubo

Agentes da 66ªDP (Piabetá) realizaram, na sexta feira, três prisões em flagrante. As duas primeiras capturas foram de Paulo André Pereira Nunes e Marcos Antonio Da Silva Nogueira pelos crimes de roubo e associação criminosa.

De acordo com os agentes, o responsável de uma empresa foi até a delegacia para informar que um caminhão havia saído de rota. A partir da informação, os policiais foram em busca do caminhão a partir do gps da empresa.

Conseguiram lograr êxito localizando caminhão e os criminosos na cidade de Rio Bonito, com a carga começando a ser transbordada para outro caminhão, este também roubado da mesma empresa, no município de Sapucaia, em agosto deste ano.

Eles afirmaram que iriam transportar a carga para o estado do Espírito Santo. A outra prisão foi de Alexandre Lucinda Ventura, de 23 anos, conhecido como calcinha, pelo crime de receptação.

O homem estava na posse de um veículo roubado e com placas falsas. O veículo foi roubado em Campo Grande.
A investigação teve início quando os policiais realizavam monitoramento de veículos de entrega de cigarros da Souza Cruz.

Foi identificado que o veículo apreendido estava seguindo os veículos de carga, e a partir disso os policiais realizaram as buscas.
O veículo com Alexandre foi localizado em Suruí, no Município de Magé.

Um outro homem que estava com Alexandre, Jonathan Dias Bento De Souza, foi detido em local mais afastado, a pé. Foram conduzidos à unidade policial e a prisão de Alexandre convertida em preventiva, na audiência de custódia.

Alexandre foi reconhecido como autor de roubo de carga de cigarros e foi representado por sua prisão preventiva.

PMs são condenados por chacina

Os policiais militares Antônio Carlos Gonçalves Filho e Marcio Darcy Alves dos Santos foram condenados no sábado a 52 anos e seis meses de reclusão por cinco homicídios duplamente qualificados, no caso que ficou conhecido como chacina de Costa Barros.

Em 28 de novembro de 2015, cinco jovens negros foram mortos em um carro que foi atingido por 63 tiros no bairro de Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro.

A chacina de Costa Barros matou os jovens Wesley Castro Rodrigues, 25 anos, Roberto de Souza Penha, 16 anos, Wilton Esteves Domingos Júnior, 20 anos, e Cleiton Corrêa de Souza, 18 anos, e Carlos Eduardo Silva de Souza, de 16 anos.

Os cinco amigos eram moradores da zona norte do Rio de Janeiro e estavam reunidos para comemorar o emprego novo de Roberto, que havia recebido seu primeiro salário como ajudante em um supermercado.

Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o julgamento no II Tribunal do Júri durou mais de 20 horas e terminou às 2h da manhã de hoje. O policial militar (PM) Fabio Pizza Oliveira da Silva foi inocentado da mesma acusação. Segundo sua defesa, ele estava abrigado na hora dos disparos e não participou do crime. A decisão será objeto de recurso do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

Outro PM, Thiago Resende Viana Barbosa, não chegou a ser julgado porque estava sem advogado. Seu julgamento será remarcado para que a Defensoria Pública assuma sua defesa.

O PM Antônio Carlos Gonçalves Filho também foi condenado por fraude processual, e teve sua pena aumentada em oito meses e cinco dias. Na época do crime, os policiais disseram que foram atacados e trocaram tiros, versão que foi derrubada pela perícia, que identificou que os policiais efetuaram 111 disparos.

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