Polícia prende produtor de cinema por crime de estelionato

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Publicado terça-feira, 10 de dezembro de 2019 as 13:36, por: CdB

Ele foi capturado no interior de uma agência bancária, na fila do caixa, no momento em que tentava depositar um cheque falso.

Por Redação, com ACS – de Rio de Janeiro

Policiais da 57ª DP (Nilópolis) prenderam em flagrante, na segunda -feira, Elizeu Marcelo Sobreira Bittencourt pelo crime de estelionato. Ele foi capturado no interior de uma agência bancária, na fila do caixa, no momento em que tentava depositar um cheque falso.

Polícia civil prende produtor de cinema por crime de estelionato
Polícia civil prende produtor de cinema por crime de estelionato

De acordo com a unidade, o autor já estava sendo investigado por outra tentativa de golpe ocorrida no mesmo banco no início deste mês. Na ocasião ele tentou realizar um depósito de um cheque falo no valor de R$ 39 mil. A assinatura do pagamento apresentado não conferia com a do titular da conta gerando desconfiança no gerente do estabelecimento bancário.

Ainda segundo a unidade, o estelionatário atua como empresário do ramo de produções artísticas e já alegou ter trabalhado como produtor de cinema e atuado em novelas. Ele tem anotação criminal por crime de furto qualificado.

Celulares roubados

Policiais da 81ª DP (Itaipu) prenderam Cleber Alves, acusado de receptação de aparelhos de celulares roubados. A prisão aconteceu durante uma operação desencadeada pela delegacia com finalidade de localizar receptadores de celulares provenientes de roubo na região de Itaipu.

Durante as investigações, com bases em pesquisas e números de IMEI dos telefones, policiais chegaram a possíveis receptadores dos aparelhos de celular e chegaram a uma a banca de conserto de celulares localizada na Rua São Pedro, no Centro de Niterói. No local foram apreendidos diversos telefones celulares sem identificação, nota fiscal e procedência. Policiais também identificaram no local que um dos aparelhos possuía registro de roubo.

Os celulares apreendidos serão submetidos à pericia para verificar sua procedência.

A operação realizada tem o objetivo de alcançar maiores elementos que subsidiem as investigações de roubo e furto em curso na região

Fraudes em combustíveis

Cinco pessoas foram presas na segunda-feira no Rio de Janeiro durante uma operação que apura a prática de crimes ligados à fraude eletrônica em bombas de combustíveis em diversos postos de combustíveis do estado. Elas são suspeitas de envolvimento no crime.

Além dos cinco mandados de prisão, a Operação Luz cumpriu nove mandados de busca e apreensão. A operação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio, e pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD), com o apoio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) e Instituto de Pesos e Medidas do Rio (Ipem).

A Operação Luz é um desdobramento da Força Tarefa Pit Stop que, semanalmente, desde o início de 2019, realiza ações de fiscalização em postos de revendedores de combustíveis. Em inquérito aberto pela Polícia Civil foi apurado a atuação de uma organização criminosa especializada em fraude eletrônica em bombas medidoras de combustível líquido, instaladas em postos de combustíveis em todo o Grande Rio, Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo, com objetivo de lesar os consumidores em percentuais que variam de 7% a 14%. Isso fazia com que os clientes pagassem por uma quantidade maior do que a efetivamente colocada no tanque do veículo.

Em uma das ações, os agentes localizaram um posto no município de Niterói que estava fornecendo 10% a menos de combustível ao cliente. Após várias análises foi constatado que houve alteração eletrônica da bomba de combustível.

Os fiscais encontraram a mesma fraude em postos de outras cidades do estado. Com base em informações de inteligência, a Delegacia de Defesa de Serviços Delegados instaurou uma investigação para identificar os responsáveis pela instalação do equipamento utilizado no crime.

Desde o início do ano, a força tarefa realizou mais de 2 mil inspeções e interditou 10 postos que operavam com sistema de dispositivo eletrônico para fraudar o volume de combustível fornecido aos consumidores.

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