Polícia do Rio deflagra ação contra fraudes em licitações públicas

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Publicado sexta-feira, 6 de maio de 2022 as 11:57, por: CdB

Conforme a secretaria, o inquérito do DGCOR-LD investiga “fortes indícios de estrutura organizada de empresas de fachada, com o intermédio de pessoas e divisão de tarefas, para cometimento de diversos crimes de fraude a licitações para obter vantagem econômica”.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou nesta sexta-feira a Operação Delaminados contra a fraude na concorrência em licitações para locação de veículos para órgãos da administração pública do estado. A ação, que envolve agentes do Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD), com apoio do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), cumpre 14 mandados de busca e apreensão em endereços de pessoas ligadas ao esquema.

Policiais cumprem 14 mandados de busca e apreensão

De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), as investigações apontaram que as licitações eram relacionadas à prestação de serviços em órgãos da administração pública, como Centrais de Abastecimento do Rio de Janeiro (Ceasa-RJ), Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem).

Conforme a secretaria, o inquérito do DGCOR-LD investiga “fortes indícios de estrutura organizada de empresas de fachada, com o intermédio de pessoas e divisão de tarefas, para cometimento de diversos crimes de fraude a licitações para obter vantagem econômica”.

Procedimentos policiais

No decorrer das apurações, foi verificado que as empresas já constavam de outros procedimentos policiais, em que também eram apurados crimes de fraude em licitações e organização criminosa, “atuando em conluio e com o mesmo modo de operação”.

Possíveis fraudes em três pregões eletrônicos para locação de veículos automotores, carros blindados e caminhonetes foram identificadas em um relatório elaborado pela Controladoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (CGE).

Segundo a Sepol, as fraudes contaram com a participação de diversas empresas, com contratações no valor de aproximadamente R$ 4,5 milhões.

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