Polícia prende chefe do tráfico de drogas da comunidade Kelsons

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Publicado segunda-feira, 14 de outubro de 2019 as 14:05, por: CdB

A polícia vem intensificando as investigações de lavagem de dinheiro de facções criminosas das comunidades da Zona Norte da cidade.

Por Redação, com ACS – de Rio de Janeiro

Policiais do Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD) prenderam, no início da noite de domingo, Júlio César de Azevedo Nunes, conhecido como Pateta, apontado como chefe do tráfico de drogas da comunidade Kelsons.

Chefe do tráfico de drogas da comunidade Kelsons é preso no Rio
Chefe do tráfico de drogas da comunidade Kelsons é preso no Rio

Pateta foi capturado quando passava pela Rodovia Rio-Magé após sair de uma festa em um sítio no município de Magé. Contra ele havia três mandados de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e roubo majorado.

O Departamento vem intensificando as investigações de lavagem de dinheiro de facções criminosas das comunidades da Zona Norte da Cidade, o que possibilitou o monitoramento e captura do foragido, após trabalho de investigação da especializada.

Estelionato e lavagem de dinheiro

Em operação na semana passada, o Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu os líderes de uma quadrilha envolvida em crimes de estelionato, contra a ordem econômica e as relações de consumo e lavagem de dinheiro.

Os presos foram os empresários Roniel Cardoso dos Santos, encontrado em casa, no bairro do Anil, em Jacarepaguá, e Charleylson Bezerra da Silva, que estava no Nordeste.

A ação inclui o sequestro dos bens e contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, no valor de quase R$ 50 milhões. Foram cumpridos seis mandados de prisão temporária e 36 de busca e apreensão no Rio de Janeiro, no Maranhão, em Brasília e em São Paulo.

A investigação apontou ainda o envolvimento dos empresários Gabriel Almeida Piquet de Oliveira, Luciene Assunção Silva e Luana Cardoso e de mais sete pessoas nos crimes de estelionato e lavagem de dinheiro.

A quadrilha procurava servidores públicos, principalmente aposentados e pensionistas, para que fizessem empréstimos consignados e aplicassem o valor em investimentos fictícios, com a promessa de ganhos vultosos e incompatíveis com a realidade do mercado.

A quadrilha pagava às vítimas pequenos lucros do suposto investimento nos primeiros meses, mas depois as lesava, sem devolver todo o montante aplicado.

Para atrair clientes, o grupo exibia as empresas em redes sociais, com anúncio de lucros muito acima dos de mercado, e atraía investidores com a oferta de aplicações sedutoras.

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