Policial federal aposentado é morto no Rio

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Publicado quarta-feira, 27 de junho de 2018 as 13:24, por: CdB

De acordo com informações preliminares de policiais que atenderam a ocorrência, o agente foi abordado pelos assaltantes na Avenida Guignard

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

Um agente federal aposentado foi o 61º policial assassinado no Estado do Rio de Janeiro este ano.  O policial federal Luís Carlos Dias foi morto em uma tentativa de assalto na noite anterior, no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste da capital.

Policial federal aposentado é morto em assalto no Rio

De acordo com informações preliminares de policiais que atenderam a ocorrência, o agente foi abordado pelos assaltantes na Avenida Guignard, e teria se recusado a entregar os pertences com medo de ser identificado, já que sua carteira de policial estava junto com o telefone celular.

Dias então decidiu correr e os criminosos atiraram contra ele, que foi atingido nas costas. Mesmo baleado, a vítima ainda percorreu cerca de 200 metros para tentar buscar socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na Rua Gustavo Corção. Os bandidos fugiram sem levar nada.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital, que já fez uma perícia no local do crime. Além do policial federal, já morreram vítimas da violência no estado neste ano 57 policiais militares e três policiais civis. Também foram mortos dois agentes penitenciários, dois militares do Exército e um guarda municipal.

Traficante internacional

O traficante internacional de armas Felipe Jorge da Silva Freitas foi preso na tarde de terça-feira em Pedra de Guaratiba, Zona Oeste do Rio, por policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme). A ação contou com apoio de policiais da Força Nacional que atuam na especializada.

De acordo com a Polícia Civil, o criminoso havia sido preso em 2010, em Corumbá, Mato Grosso do Sul, em companhia de Sebastião Braz da Fonseca Neto. Na ocasião, a dupla transportava sete fuzis Bushmaster, modelo M-15, fabricado nos Estados Unidos.

As investigações revelaram que os fuzis teriam sido adquiridos na Bolívia e seriam entregues a traficantes de drogas do Morro do Martins, em Niterói, na região metropolitana do Rio. Pelo transporte, o grupo receberia R$ 20 mil.

Contra Felipe havia um mandado de prisão em aberto da Justiça Federal por tráfico internacional de armas de fogo. Seu comparsa, Sebastião Braz da Fonseca Neto, que também tinha mandado de prisão por tráfico internacional de armas, foi preso há cerca de um ano por agentes da Desarme.

De acordo com o titular da Desarme, Fabrício Oliveira, a prisão somente foi possível devido à intensa troca de informações de inteligência com outros órgãos de segurança e principalmente à parceria com a Polícia Rodoviária Federal, responsável pela prisão dos traficantes e pela apreensão dos fuzis, em 2010, em Mato Grosso do Sul.

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