Prefeito de Aracajú lidera pesquisa para eleições de 2004

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Publicado quinta-feira, 4 de dezembro de 2003 as 09:02, por: CdB

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Padrão confirmou a preferência do eleitorado de Aracaju para as eleições de 2004 pelo atual prefeito, Marcelo Déda (PT), que obteve 39% das intenções de voto. O segundo colocado é o deputado estadual Gilmar Carvalho, pré-candidato do PV, que subiu dos 18% da última consulta popular, realizada pelo mesmo instituto, para 21%.

A deputada estadual Susana Azevedo (PPS) conquistou 14%, e logo em seguida vem o secretário de Turismo de Sergipe, Pedrinho Valadares (PFL), com 13%. A pesquisa registrou que 9% dos moradores de Aracaju não votariam em nenhuma das opções expostas (a pesquisa foi estimulada) e 4% não sabem em quem votar.
    

O prefeito de Aracaju, Marcelo Déda, manifestou satisfação com o resultado da pesquisa.

– Não estou em campanha, mas apenas preocupado em realizar uma boa administração para o povo de Aracaju. O PT ainda não decidiu quem será o seu candidato e eu não manifestei qualquer posição neste sentido. Vou continuar viabilizando uma série de projetos para o povo e no momento oportuno o PT deve divulgar quem é seu candidato. O aracajuano é inteligente e sabe o que é melhor para ele- disse o prefeito.    

O segundo colocado também comentou o resultado. “Eu não posso dizer que estou insatisfeito. Sai de 11%, em julho último, e, com muito trabalho, pouco a pouco fui crescendo. Tinha o objetivo de chegar a 20% até o fim do ano e já consegui ultrapassar essa meta. Sinto-me, então, duplamente satisfeito, pois superei a meta e ainda por cima sou o segundo colocado nas últimas três ou quatro pesquisas”, disse Carvalho. Ele lembrou há um anseio muito grande em sua equipe em viabilizar a conquista do primeiro lugar e, por conta disso, os contatos com as comunidades estão sendo intensificados nos bairros.
    

O Instituto Padrão ouviu 783 moradores de 43 bairros e conjuntos habitacionais de Aracaju nos dias 28, 29 e 30 de novembro último e a pesquisa tem uma margem de erro de 3%. As amostras foram distribuídas de forma proporcional ao peso eleitoral de cada bairro ou conjunto pesquisado, para evitar as tendências, e houve uma divisão em áreas distintas, conforme informações do diretor do Padrão, Ronaldo Joaquim dos Santos.

-Tudo foi feito de forma a não permitir que houvesse qualquer tipo de manipulação- explicou Santos.