Receita e Anatel apreendem celulares do comércio irregular no Rio de Janeiro

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Publicado quinta-feira, 23 de junho de 2022 as 14:09, por: CdB

Segundo a Receita Federal, os telefones tinham indício de falsificação relacionada à certificação concedida pela Anatel, “e esse comércio irregular gera desemprego, sonegação de impostos e concorrência desleal à indústria e aos vendedores regularmente instalados”.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Uma operação da Receita Federal e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apreendeu nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, 102 telefones celulares vendidos irregularmente. Somados, os aparelhos valem R$ 200 mil.

Somados, os 102 aparelhos apreendidos valem R$ 200 mil

Segundo a Receita Federal, os telefones tinham indício de falsificação relacionada à certificação concedida pela Anatel, “e esse comércio irregular gera desemprego, sonegação de impostos e concorrência desleal à indústria e aos vendedores regularmente instalados”.

A operação, batizada de Depois da Folia 4, é a quarta etapa da ação, que já apreendeu 700 telefones desde sua primeira incursão.

O trabalho foi realizado pela Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal na 7ª Região Fiscal (RJ/ES) e pela Gerência Regional da Anatel do RJ.

Uso irregular de animais em espetáculos

A Polícia Federal e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deflagraram, nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, a operação Ararat, que visa coibir o uso de animais em espetáculos e festas que desrespeitem as normas ambientais.

Cerca de 30 policiais federais e sete analistas ambientais cumprem quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 41ª Vara Criminal do Rio, na capital e na cidade de Itaboraí, na região metropolitana.

Segundo a Polícia Federal, a investigação aponta a possibilidade da manutenção de animais com documentação irregular, alojamentos e alimentação inadequados para as espécies e restrição de espaço.

A operação foi deflagrada pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico. Os investigados podem responder por crimes ambientais.

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