Reino Unido aprova investimento da Amazon na Deliveroo

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Publicado terça-feira, 4 de agosto de 2020 as 13:06, por: CdB

O regulador de concorrência do Reino Unido liberou nesta terça-feira a compra de uma participação de 16% no serviço de entregas online Deliveroo pela Amazon, após uma decisão provisória em junho.

Por Redação, com Reuters – de Londres/Amsterdã 

O regulador de concorrência do Reino Unido liberou nesta terça-feira a compra de uma participação de 16% no serviço de entregas online Deliveroo pela Amazon, após uma decisão provisória em junho.

Abdelaziz Abdou, entregador da Deliveroo, retirando produto em loja em Londres
Abdelaziz Abdou, entregador da Deliveroo, retirando produto em loja em Londres

O investimento da Amazon reforçará a Deliveroo na disputa global com a Uber Eats e a Just Eat Takeaway.com pelo domínio do mercado de entregas de restaurantes.

Deliveroo

A Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) concedeu uma primeira autorização em abril, alegando que a Deliveroo poderia não sobreviver sem o investimento. Mas mudou a abordagem para se concentrar em questões de concorrência após críticas de rivais, como a Just Eat Takeaway e Domino’s Pizza.

– A decisão final de hoje é o resultado de uma análise minuciosa deste acordo e dos mercados em que a Amazon e a Deliveroo operam – disse Stuart McIntosh, que chefiou a análise.

A Amazon liderou uma captação de US$ 575 milhões pela Deliveroo em maio de 2019, que as partes denominaram como “um investimento minoritário”.

A empresa disse que usará os fundos para oferecer um serviço “hiperpersonalizado” aos clientes, expandir suas cozinhas e desenvolver novas tecnologias para ajudar os restaurantes parceiros.

“Estamos muito satisfeitos que a CMA tenha concluído a análise de 15 meses e que o investimento minoritário da Amazon agora possa avançar”, disse um porta-voz.

Booking.com

A Booking, dona do site de viagens Booking.com, pretende reduzir sua força de trabalho de 17 mil pessoas em até 25%, como resultado dos negócios perdidos durante a pandemia de coronavírus, informou a empresa nesta terça-feira.

Uma porta-voz da empresa confirmou uma reportagem do jornal holandês NRC Handelsblad, que citou um vídeo interno enviado à equipe pelo presidente-executivo Glenn Fogel.

Em resposta por e-mail, a Booking disse que estava tentando salvar o maior número possível de empregos.

“Infelizmente, como resultado da crise, nós, como muitas outras empresas de viagens, precisamos dar o passo extremamente difícil de reduzir nossa força de trabalho global, com até 25% da base global de funcionários sendo impactada”.

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