Rio: cinco ex-governadores foram presos nos últimos três anos

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Publicado sexta-feira, 22 de março de 2019 as 11:09, por: CdB

A lista inclui os ex-governadores Sergio Cabral, Luiz Fernando Pezão, Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Com a prisão do ex-ministro Moreira Franco, de 74 anos, em um desdobramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, são cinco os ex-governadores do estado detidos nos últimos três anos. A lista inclui os ex-governadores Sergio Cabral, Luiz Fernando Pezão, Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho.

Cinco ex-governadores do Rio foram presos nos últimos três anos

O ex-ministro foi preso ontem sob a acusação de negociar o pagamento de propina, no valor de R$ 1 milhão, à Engevix em obras relativas à usina nuclear Angra 3. Moreira Franco foi governador do Rio de Janeiro no período de 1987 a 1991.

Preso no Batalhão Especial Prisional, em Niterói, no Rio, Pezão é acusado de manter o esquema de corrupção iniciado por Cabral, detido em 2016.

Na quarta-feira, Cabral foi denunciado pela 29ª vez pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Reunindo todas as penas, ele deve cumprir cerca de 200 anos de prisão.

Os ex-governadores Anthony e Rosinha são acusados por crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais. O casal recorreu e responde ao processo em liberdade.

Policial é preso

Um policial militar, lotado no 9° BPM (Rocha Miranda), na zona norte do Rio, foi preso na quinta-feira administrativamente por ter agredido a funcionária de uma lanchonete em Curicica, na Zona Oeste.

Segundo a Secretaria de Polícia Militar, o olicial foi identificado por câmeras do circuito interno do estabelecimento, agredindo a mulher. Nas imagens, é possível ver o homem entrando na lanchonete, e discutindo com a mulher. Em seguida, a segura pelo cabelo e a joga no chão. Caída, ela leva golpes na cabeça e chutes, sendo arrastada pelo cabelo até a porta.

O PM foi ouvido na 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) e, em seguida, conduzido a 32ª DP (Taquara), responsável pela investigação. A Polícia Militar não informou o nome do agressor.

A secretaria informou ainda que “em paralelo às investigações da Polícia Civil, foi aberto um procedimento apuratório da corporação para apurar as circunstâncias do fato”.

Conforme a Secretaria de Polícia Civil, em princípio, o autor será indiciado pelos crimes de lesão corporal, injúria, ameaça e crime de falsa identidade.

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