Rodovia Rio-Santos é liberada após manifestação

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Publicado quinta-feira, 19 de abril de 2018 as 13:39, por: CdB

Os manifestantes exigiam a presença de algum representante da prefeitura para negociar. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e esteve no local

Por Redação, com ABr – de Brasília:

A rodovia Rio-Santos (BR-101) que ficou fechada por mais de quatro horas, nos dois sentidos, foi liberada há pouco. Ex-funcionários da empresa Limppar, prestadora de serviços da prefeitura da cidade, demitidos recentemente, atearam fogo em pneus e bloquearam a estrada nos dois sentidos. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o congestionamento na chegada a Angra dos Reis, nas proximidades do bairro Areal, já chegava a mais de 5 quilômetros. O ato teve início às 7h, de acordo com a PRF.

Rodovia Rio-Santos é liberada após quatro horas de manifestação

Os manifestantes exigiam a presença de algum representante da prefeitura para negociar. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e está no local. Os ex-servidores terceirizados dizem que alguns benefícios não foram arcados pela prefeitura depois das rescisões de contrato.

A Limppar Coletas e Serviços admitiu, por meio de nota, que atrasou o pagamento do vale-alimentação, e disse que a prefeitura deve à empresa mais de R$ 15 milhões.

Angra

Em nota, a prefeitura de Angra disse que as obrigações com os trabalhadores são de responsabilidade da empresa prestadora do serviço de coleta de lixo e; para evitar qualquer inadimplência perante a categoria, a administração reteve os pagamentos da Limppar.

– Vale salientar que não restou outra saída ao Governo; uma vez que pagamentos anteriores destinados a repasses aos funcionários não foram honrados pela empresa. 

Reunião

Sendo assim, em reunião com o Sindicato de Asseio e Conservação do Sul Fluminense e integrantes da comissão dos empregados, foi esclarecido que; em Reclamação Trabalhista ajuizada pelo sindicato da categoria; será depositado os valores devidos a cada trabalhador, buscando que as obrigações trabalhistas sejam revertidas, de fato, para os funcionários.”

A prefeitura destacou que os atrasos não são de responsabilidade do município e que a empresa demorou a apresentar as notas de serviços. 
 

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