Ronaldo diz que comprar participação no Valladolid foi como um presente

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Publicado quinta-feira, 13 de dezembro de 2018 as 13:05, por: CdB

O ex-jogador três vezes eleito o melhor do mundo adquiriu uma participação de 51 %  do clube em setembro e afirma que tem sido uma ótima parceria desde o início.

Por Redação, com Reuters – de Madri

O ex-atacante do Real Madrid e da seleção brasilira Ronaldo falou com franqueza sobre sua decisão de comprar o time espanhol Real Valladolid neste ano.

Ex-jogador da seleção brasileira e atual proprietário do Real Valladolid, Ronaldo

O ex-jogador três vezes eleito o melhor do mundo adquiriu uma participação de 51 %  do clube em setembro e afirma que tem sido uma ótima parceria desde o início.

– Eu estava procurando algo para fazer há dois anos, procurei um time para comprar na Espanha e na Inglaterra, e o Valladolid foi como um presente – disse.

– Não somente é um clube com 90 anos de história atrás de si, é uma cidade com 300 mil habitantes e é um lugar que respira futebol, e tudo isso significa um potencial enorme.

– Poder inspirar pessoas é melhor do que fazer uma trinca de gols no Barcelona. Encontrei exatamente o que queria e tenho muito a dar a eles também.

Ronaldo também apoiou a iniciativa do Campeonato Espanhol de disputar um jogo nos Estados Unidos, que desmoronou no início desta semana porque o Barcelona desistiu da partida devido a um desentendimento com as partes organizadoras.

– Jogar no exterior se alinha com o nosso projeto. Você precisa ser conhecido em casa e no exterior. Sou a favor, mas nossa torcida decidirá no final – afirmou.

– É uma proposta interessante para nosso clube e nossa marca.

Enquanto isso, confessou, está tentando usar seus contatos no Real para conseguir algumas contratações, entre elas ninguém menos que a do jovem compatriota Vinicius Junior, neste caso emprestado.

– Perguntei ao (presidente do Real Madrid) Florentino Pérez se podemos ficar com ele, mas acho que vai ser difícil!.

Candidatura dos Bálcãs à Copa do Mundo de 2030

Uma proposta de países dos Bálcãs para sediar a Copa do Mundo de 2030 teria uma chance real porque os governos de Bulgária, Grécia, Sérvia e Romênia ofereceriam apoio à candidatura conjunta, disse o ministro dos Esportes búlgaro, Krasen Kralev, na quarta-feira.

Nenhuma nação balcânica sediou a Copa do Mundo, e o anúncio do mês passado surpreendeu devido à infraestrutura de esportes precária da região, mas o ex-corredor de provas de longa distância Kralev disse se tratar de uma meta atingível.

– Nossa candidatura é completamente realista, estamos cientes de que temos que cumprir uma série de critérios da Fifa – disse o ministro de 51 anos à agência inglesa de notícias Reuters. “Permitam-nos lembrá-los que a Rússia também começou a construir a infraestrutura de esportes necessária depois de ser escolhida como sede da Copa do Mundo de 2018”.

O quarteto dos Bálcãs também se candidatará para sediar o Campeonato Europeu de 2028, torcendo para que isso lhe dê a chance de melhorar ou erguer novos estádios.

Kralev disse que a Grécia já anunciou que modernizará seu estádio olímpico, e a Sérvia planeja construir uma nova arena de 60 mil lugares.

Ele disse que a Bulgária cogita investir o equivalente a cerca de US$ 40,61 milhões na reforma do estádio Vasil Levski e erguer um novo estádio nacional na capital Sófia e mais dois em outras cidades.

– A candidatura conjunta é um sinal político importante – disse Kralev. “Ela mostra que os países dos Bálcãs trabalharão juntos não somente no campo do esporte, mas que defenderão conjuntamente seus interesses políticos e econômicos”.

– É isso que a Fifa está procurando, estabilidade política e econômica. Esta é a coisa mais importante depois da infraestrutura.

A Fifa não deve decidir a sede de 2030 antes de 2022, quando a Copa do Mundo acontecerá no Catar.

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