RS: Polícia Federal gerencia ações de segurança pública

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Publicado segunda-feira, 13 de maio de 2024 as 14:42, por: CdB

No local, são tomadas as decisões estratégicas para direcionamento dos 400 policiais federais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Brasília, inicialmente mobilizados para o resgate das vítimas dos alagamentos.

Por Redação, com ACS – de Brasília

A Polícia Federal gerencia, desde a última sexta-feira, ações de segurança pública do seu efetivo a partir da sala de situação, estruturada em um auditório no prédio de escritórios do Pontal, às margens do Rio Guaíba.

Cerca de 400 policiais federais do RS, SC, PR e DF foram, inicialmente, mobilizados para o resgate das vítimas dos alagamentos

No local, são tomadas as decisões estratégicas para direcionamento dos 400 policiais federais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Brasília, inicialmente mobilizados para o resgate das vítimas dos alagamentos.

Com a redução do número de demandas de resgate, os policiais federais foram empregados em sua totalidade para o patrulhamento ostensivo embarcado das regiões de Eldorado do Sul e da Ilha da Pintada, áreas definidas em coordenação com a Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul.

O Pontal serve como ponto de saída e chegada das embarcações da PF e, a partir desta segunda-feira, terá heliponto para as ações do Comando de Aviação Operacional (CAOP), que opera com uma aeronave.

Na região de Porto Alegre, atuam 400 policiais federais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Brasília, operadores do Comando de Operações Táticas (COT), Grupo de Pronta Intervenção (GPI), Núcleo de Polícia Marítima (NEPOM) e Comando de Aviação Operacional (CAOP).

Os recursos

Entre os recursos, destacam-se 30 viaturas comuns, 40 caminhonetes, 15 botes de resgate e 20 embarcações de resgate. Além disso, foram disponibilizados quatro geradores, 11 jetskis, seis viaturas-reboque e um helicóptero para operações aéreas. Para suporte logístico, foram empregados dois caminhões, um caminhão plataforma e uma carreta-tanque de abastecimento.

A comunicação também foi priorizada, com equipamentos de última geração, incluindo rádios tetrapol com repetidora, rádios satelitais, telefones e internet via satélite. Para monitoramento e vigilância, foram utilizados drones equipados com tecnologia de visão noturna, além de outros dispositivos de monitoramento georeferenciados.

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