Saiba quais os investimentos que devem ser mais positivos no atual cenário do Brasil

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Publicado sexta-feira, 27 de abril de 2018 as 18:06, por: CdB

Os Fundos Referenciados DI, ou apenas DI, por exemplo, são fundos de investimentos com rendimento vinculado ao CDI – Certificado de Depósito Interbancário.

 

Publieditorial – de São Paulo

 

Como todos sabem, quando falamos em investimentos, sabemos que não apenas o cenário político, mas principalmente as decisões econômicas influenciam de forma direta os rendimentos do mercado. Assim sendo, 2018 é marcado por um ano de bastante volatilidade, seja para renda fixa ou variável, e é preciso estar atento para aplicar seu dinheiro e, assim, evitar prejuízos futuros.

investimentos
Os investimentos ajudam a repor o patrimônio

A crise política atual, com os escândalos de corrupção cada vez mais aflorados, e em ano de eleições, as expectativas do mercado financeiro ficam bastante incertas. Ainda é cedo para o provável presidente ser definido, ainda mais porque a corrida eleitoral está apenas começando, e justamente por isso a rentabilidade dos produtos financeiros ainda sofre muita oscilação.

Como resultado, existem aplicações que sofrem mais e é preciso ser cuidadoso com eles. De maneira análoga, há aplicações que são seguras e que devem estar na sua carteira de investimentos para garantir retorno considerável, mesmo em um ano de incertezas político-econômicas.

Outro ponto que deve ser considerado é seu perfil de investidor: qual são seus objetivos? Quanto tempo você precisa até realizá-los? São questionamentos essenciais para se definir uma boa estratégia; lembre-se apenas de diversificar seus produtos financeiros! Para esse ano, em específico, aposte um pouco mais em renda fixa, mas sem se esquecer das ações, visto que a B3 está em uma boa fase. Não sabe quais? Confira algumas dicas abaixo:

Fundos DI

Os Fundos Referenciados DI, ou apenas DI, são fundos de investimento com rendimento vinculado ao CDI – Certificado de Depósito Interbancário. Esse investimento, seja em títulos públicos e privados, possuem rendimento positivo diário e alta liquidez, ou seja, permitem resgates a qualquer momento.

São títulos de baixo risco de crédito, isto é, impossibilidade de calote. Esse é um dos motivos que fazem dos Fundos DI um excelente investimento perante as incertezas do cenário econômico do país. É fundamental para equilibrar carteiras diversificadas que contenham percentual de renda variável, como ações, muito voláteis no curto e médio prazos.

Títulos prefixados de curto prazo

Os títulos prefixados são aqueles que possuem a rentabilidade pré-definida na data da aplicação, ou seja, ao investir seu dinheiro já é possível saber qual será seu rendimento, seja por porcentagem ou por valor em reais, ou seja, com taxa de retorno já é definida (12% ao ano, por exemplo), ou com valor do investimento conhecido (R$1 mil, por exemplo).

Os títulos prefixados são mais indicados, principalmente, quando a taxa de juros do país tem chances de se manter ou cair durante o tempo de investimento. O vencimento da aplicação é variável, mas pode trazer prejuízos caso necessite realizar o resgate antecipado; por isso, é ideal investir nos títulos de curto prazo, ainda mais por possuírem cobertura pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Renda variável

A B3 segue 2018 com uma trajetória favorável e, por esse motivo, é um bom momento para adicionar uma porcentagem de renda variável às carteiras de investimento. Apesar das incertezas no cenário político, a economia dá sinais de recuperação e, por isso, é um ano positivo para investir em renda variável.

O mais importante é lembrar-se de diversificar os investimentos para que haja um equilíbrio nas aplicações. Os fundos são uma boa opção para quem deseja investir com um pouco mais de risco, com até 30% alocados em renda variável; para os investidores mais conservadores, no entanto, o ideal é não arriscar e aplicar o dinheiro apenas em renda fixa.

Fundos Imobiliários

Os fundos imobiliários são aplicações em títulos, como as Letras de crédito imobiliário (LCI) emitidos em bancos para o setor de imóveis. Ou seja, na prática, é como emprestar dinheiro aos bancos para que eles financiem residências e receber de volta com juros, que representa a rentabilidade da aplicação.

Os fundos imobiliários são mais indicados para quem deseja se arriscar um pouco menos, se comparado a ter renda vinda de aluguel, por exemplo. As cotas dos fundos são negociadas pela B3 e, por isso, o cotista e investidor pode se beneficiar dessa valorização.

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