Saiba quais são os sintomas da rinite alérgica

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Publicado terça-feira, 22 de outubro de 2019 as 11:29, por: CdB

Rinite é a inflamação aguda ou crônica, infecciosa, alérgica ou irritativa da mucosa nasal.

Por Redação, com ANSA – de Brasília

Rinite é a inflamação aguda ou crônica, infecciosa, alérgica ou irritativa da mucosa nasal. Os casos mais graves são, em sua maioria, são causados por vírus, já os casos crônicos ou recorrentes são geralmente determinados pela rinite alérgica, induzida pela exposição a componentes que possuem maior probalidade de causar alergias nas pessoas, entre eles os ácaros da poeira domiciliar, barata, os fungos, epitélio, urina e saliva de animais (cão e gato).

Os sintomas mais comuns são corrimento nasal, obstrução ou prurido nasal e muitos espirros um atrás do outro
Os sintomas mais comuns são corrimento nasal, obstrução ou prurido nasal e muitos espirros um atrás do outro

Os principais irritantes são a fumaça do cigarro e alguns ingredientes utilizados em produtos de limpeza e construção.

A arquiteta Luciana Jobim, 28 anos, enfrenta diariamente as possibilidades de crise de rinite alérgica. “Por ser arquiteta e visitar muitas obras com poeira e cheiros fortes de tinta e outros materiais, tenho que lutar contra isso diariamente”, conta.

Como toda alergia, a rinite pode apresentar duas fases: a primeira, chamada imediata, ocorre minutos após o estímulo; e a segunda, denominada fase tardia ou inflamatória, que ocorre de quatro a oito horas após o estímulo.

Os sintomas mais comuns são corrimento nasal, obstrução ou prurido nasal e muitos espirros um atrás do outro. Muitas vezes acompanham sintomas oculares como coceira, vermelhidão e lacrimejamento. Esses sintomas podem melhorar espontaneamente.

Nos casos crônicos, pode ocorrer perda do paladar e do olfato. Luciana Jobim explica que procura manter a casa sempre limpa e arejada para ajudar no controle da doença. “Eu já acordo como se meu nariz estivesse entupido e qualquer alérgeno desencadeia minhas crises, por isso eu não tenho tapete e nem cortinas de tecido no meu quarto e é tudo muito limpo para não acumular poeira. Também evito ficar em locais empoeirados”, afirma.

O diagnóstico de rinite alérgica é clínico, com base nos dados de história e exame físico. Classificada atualmente com base na intensidade dos sintomas e seu impacto sobre a qualidade de vida do paciente.

É importante procurar um médico que irá pesquisar as causas de alergia e recomendar o tratamento mais adequado para controlar a doença, promover a prevenção e o alívio dos sintomas de forma segura e eficaz.

Medidas para evitar as crises de rinite:

Parar de fumar.

Perder peso (quando indicado).

Prevenir o sobrepeso e obesidade.

Realizar atividades físicas.

Reduzir a exposição a fatores desencadeantes, como exposição a ácaros ou alérgenos relacionados a mofo, tabagismo passivo, animais domésticos se comprovada sensibilização , odores fortes e locais de poluição atmosférica.

Osteoporose

Viver com medo de cair e quebrar um osso a qualquer momento é parte da realidade das pessoas que vivem com a osteoporose. A doença, caracterizada pela diminuição da massa óssea, faz com que os ossos fiquem mais frágeis, aumentando a possibilidade de fraturas.

A osteoporose é a principal causa de fraturas na população acima de 50 anos e afeta especialmente as mulheres na pós-menopausa e idosos.

Apesar de ser uma doença muito associada ao envelhecimento, alguns hábitos de vida também podem influenciar na ocorrência da osteoporose, como o sedentarismo, má-alimentação e o consumo de bebidas alcoólicas.

Vivendo na pele

Conhecida como uma doença silenciosa onde normalmente não são notados sintomas, o diagnóstico costuma ser feito somente após a ocorrência de uma fratura. Juraldino Ferreira Vaz, 63 anos, conta que foi exatamente assim que descobriu que tinha a doença. “Descobri a doença em 2013, depois de uma queda onde quebrei o tornozelo. Naquele momento, nos exames, fiquei sabendo que tinha osteoporose”, conta.

Sendo uma doença que não ter cura, o tratamento é estabelecido com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da pessoa, também diminuindo o risco de fraturas e de doenças associadas. “Não faço nenhum tratamento especifico mas tomo bastante cuidado diariamente, tenho muito medo de cair e quebrar um osso. Pela experiência que eu tive com a fratura no tornozelo sei que o tratamento é demorado e muito doloroso, não quero passar por isso de novo”, lembra.

Se movimentar é essencial

Um dos pontos mais importantes no controle da doença é que a pessoa tenha um estilo de vida saudável, inclusive com a prática de exercícios físicos regular. Carla Oliva, 41 anos, é educadora física e criadora de um grupo de apoio para pessoas que vivem com osteoporose.

Ela explica que criou o grupo depois de identificar que muitas pessoas que conviviam com a doença tinham muitas dúvidas sobre atividades físicas e outros assuntos relacionados. “As atividades físicas são essenciais no processo de fortalecimento dos músculos e dos ossos. As pessoas normalmente acham que o osso não é ativo, mas na verdade nossos ossos estão em constante trabalho e os exercícios localizados podem auxiliar bastante nisso”, explica.

Além disso, Carla conta que acompanhar de perto pessoas que convivem com a doença fez com que ela tivesse uma nossa visão sobre a osteoporose. “Convivendo com essas pessoas percebi que muitas delas quando são diagnosticadas têm aquela sensação de que mundo caiu. Eu tento explicar que é possível viver sem medo quando sabemos aquilo que estamos fazendo. É possível manter uma vida e ativa mesmo com a doença”, explica.

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