Santander pede para sair de quatro bolsas de valores

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Publicado quarta-feira, 25 de julho de 2018 as 16:41, por: CdB

O grupo explica que esta decisão foi adotada no âmbito de um “processo de racionalização” dos mercados onde as ações do Banco têm uma cotação secundária e, em particular, tendo em consideração o reduzido volume de negociação da ação do Banco Santander nesses mercados.

Por Redação, com agências internacionais – de São Paulo

O conselho de administração do grupo espanhol Santander pediu, nesta quarta-feira, a “exclusão voluntaria” das suas ações de quatro mercados: a Argentina (STD), Brasil (BSAN33), Euronext de Lisboa (SANT) e a Bolsa Italiana (SANT). Deliberou, ainda, por solicitar a exclusão voluntária das ações no índice de preços e cotizações disponível no México para ações de sociedades estrangeiras.

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O grupo explica que esta decisão foi adotada no âmbito de um “processo de racionalização” dos mercados onde as ações do Banco têm uma cotação secundária e, em particular, tendo em consideração o reduzido volume de negociação da ação do Banco Santander nesses mercados.

À medida que forem sendo obtidas as correspondentes autorizações por parte das autoridades supervisoras de cada um dos Mercados Alvo, o Banco Santander comunicará em cada um desses mercados a data efetiva de exclusão e os detalhes relevantes sobre a transferência das ações registadas nas bolsas de valores afetas ao sistema de registo espanhol (Iberclear).

Morte prematura

Ainda no mercado acionário, os papéis da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) operavam em baixa de 4,5%, a 15,81 euros, na Bolsa de Valores de Milão nesta quarta-feira. Apesar do grupo ter anunciado seus resultados trimestrais, os investidores foram pegos pela notícia da morte do ex-CEO Sergio Marchionne, confirmada nesta manhã.

Marchionne tinha 66 anos de idade e faleceu em um hospital de Zurique, na Suíça, onde estava internado há semanas em estado grave. Tido como “salvador” da Fiat, o sempre informal Marchionne trabalhava no grupo desde 2004, mantendo cargos de presidente também da CNH Industrial e da Ferrari, ambas controladas pela família Agnelli, assim como a FCA.

No último sábado (21), a companhia anunciou oficialmente que o executivo tinha passado por uma cirurgia no ombro direito, mas que suas condições de saúde estavam complicadas e “irreversíveis”.

Por isso, a FCA se apressou em fazer a transição de poder, elegendo o britânico Mike Manley para substituir Marchionne. O CEO deveria se aposentar em 2019. Nos bastidores, havia boatos de que ele sofria de câncer no pulmão. Marchionne nasceu em 17 de junho de 1952, em Chieti, na Itália.

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