Serviço gratuito de alertas por SMS chega a 1,3 milhão de cadastros

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Publicado sexta-feira, 13 de março de 2020 as 10:27, por: CdB

Com a proximidade do fim do verão, a Defesa Civil do Estado reforça a importância do cadastro para o serviço de envio de alerta via SMS.

Por Redação, com ACS – de Rio de Janeiro

Com a proximidade do fim do verão, a Defesa Civil do Estado reforça a importância do cadastro para o serviço de envio de alerta via SMS. Gratuita, a ferramenta serve para avisar à população que há possibilidade de grandes precipitações para a região cadastrada. De forma simples, basta enviar uma mensagem de texto com o CEP de interesse para o número 40199, é possível se antecipar a situações adversas no território Fluminense, como chuva forte, inundações e possibilidade de deslizamentos. Uma mesma pessoa pode cadastrar quantos CEPs quiser, mas é necessário que seja um de cada vez.

Uma mesma pessoa pode cadastrar quantos CEPs quiser, mas é necessário que seja um de cada vez
Uma mesma pessoa pode cadastrar quantos CEPs quiser, mas é necessário que seja um de cada vez

– O serviço é gratuito e, por isso, as pessoas devem se utilizar dele para se proteger em ocasiões em que há a possibilidade de forte chuva. Já estamos com cerca de 1,3 milhão de cadastros, o que credencia o primeiro lugar ao Rio de Janeiro em percentual de CEPs cadastrados: 7,7% de todo o Brasil – disse o superintendente operacional da Defesa Civil do Estado, o coronel Bruno Braga.

O monitoramento das condições de risco é realizado pela Secretaria de Estado de Defesa Civil (Sedec-RJ), por meio do Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden-RJ). Os alertas são passados para os gestores municipais que, de forma autônoma, repassam os avisos para a população local. No caso das cidades que ainda não aderiram, a transmissão das informações vem sendo feita pelo órgão estadual.

Orientações

Para qualquer cenário de desastre natural, chuva forte, inundações e possibilidade de deslizamentos, a orientação da Defesa Civil do Estado é clara: a pessoa deve procurar e/ou permanecer em local seguro. O superintendente operacional do órgão afirma que é mais fácil sair da área antes que a rota de fuga seja bloqueada, por exemplo, com água.

–  É fundamental que as pessoas se abriguem em um local seguro. Pontos de apoio são sinalizados e indicados pelas Defesas Civis municipais. Outra orientação que damos é não atravessar áreas alagadas em virtude da possibilidade de acidentes em bueiros, choques elétricos e, ainda, o risco de doenças, como leptospirose, hepatite e cólera – informou o superintendente operacional.

Outras orientações

Observar se, no terreno, há trincas em pisos e paredes.

Observar se os muros se encontram estufados.

Observar se as janelas e portas estão fechando de maneira correta.

Se houver árvore no quintal, observar se o tronco da mesma está se inclinado.

Em caso de sinais de desabamento, saia do local e ligue imediatamente para o 199.

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