Sob confinamento, Austrália vê salto preocupante em casos de covid-19

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Publicado quarta-feira, 21 de julho de 2021 as 11:58, por: CdB

 

Os dois maiores Estados da Austrália relataram aumentos em novos casos de covid-19 nesta quarta-feira, um golpe às esperanças de que as restrições de confinamento seriam retiradas, com mais da metade da população do país sob ordens para ficar em casa.

Por Redação, com Reuters – de Sydney

Os dois maiores Estados da Austrália relataram aumentos em novos casos de covid-19 nesta quarta-feira, um golpe às esperanças de que as restrições de confinamento seriam retiradas, com mais da metade da população do país sob ordens para ficar em casa.

Pedestre usa máscara de produção no Centro de Sydney em meio a confinamento para conter disseminação da covid-19

O Estado de Nova Gales do Sul, casa da cidade mais populosa do país, Sydney, relatou 110 novos casos, ante 78 no dia anterior, quase quatro semanas depois do começo de um confinamento na cidade e nos arredores para conter um surto da variante Delta.

O Estado de Victoria registrou 22 novos casos, contra nove no dia anterior, seu maior aumento desde o começo do surto este mês, aproximando-se da segunda semana de um confinamento estadual.

Líderes sanitários

Líderes sanitários disseram que a principal preocupação é o número de pessoas ativas na comunidade antes de receberem o diagnóstico de coronavírus, e que o número tem que ser próximo de zero antes de retirar o confinamento.

Um terceiro Estado, Austrália do Sul, casa de 1,8 milhão de pessoas, entrou em seu primeiro dia completo de um confinamento de uma semana na quarta-feira, e relatou mais seis casos.

Após um ano e meio de pandemia, cerca de 13 milhões de australianos estão sob um rígido confinamento, aumentando a pressão sobre o governo federal que tem visto seus números de aprovação nos níveis mais baixos em um ano devido a um programa de vacinação lento. Pouco mais de 11% da população está completamente vacinada.

A principal vacina no arsenal do governo, desenvolvida pela AstraZeneca, foi recomendada apenas para maiores de 60 anos por causa do remoto risco de coágulos de sangue, e a vacina da Pfizer foi restrita a pessoas com mais de 40 anos, pelo fornecimento limitado.

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