Sobe número de mortos por febre amarela em SP

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Publicado terça-feira, 9 de janeiro de 2018 as 10:10, por: CdB

A nota informa ainda que as estratégias de ampliação da vacinação contra a febre amarela em São Paulo vai seguir critérios epidemiológicos

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo atualizou nesta terça-feira para 13 o número de pessoas mortas por contrair febre amarela, no Estado desde o ano passado. Desse total, três ocorreram na região metropolitana. No Hospital das Clínicas, uma mulher infectada pelo vírus permanece internada em estado grave.

Sobe para 13 o número de mortos por febre amarela em São Paulo

De 2016 até  agora foram registrados 29 casos autóctones de febre amarela silvestre confirmados no Estado; e os casos que evoluíram para óbito ocorreram nos municípios de Américo Brasiliense; Amparo, Batatais, Monte Alegre do Sul, Santa Lucia, São João da Boa Vista, Itatiba; Mairiporã e Nazaré Paulista.

Houve ainda casos de transmissão sem morte nas cidades de Águas da Prata; Campinas, Santa Cruz do Rio Pardo, Tuiti, Mococa/Cassia dos Coqueiros, Jundiaí e Mairiporã.

Em comunicado a Secretaria destaca que não há casos de febre amarela urbana no Brasil desde 1942. A situação epidemiológica foi discutida em Brasília entre os secretários estaduais de Saúde; e o ministro da Saúde, Ricardo Barros, que deve anunciar medidas estratégicas de combate à doença, em entrevista coletiva, às 10h.

Vacinação

A nota informa ainda que as estratégias de ampliação da vacinação contra a febre amarela em São Paulo vai seguir critérios epidemiológicos, dando prioridade aos corredores ecológicos com intensificação na vacinação como vem ocorrendo desde 2016 a exemplo das medidas tomadas em 2017 nas zonas norte e sul da capital paulista e nas regiões de Alto Tietê, Osasco e Jundiaí.

Por recomendação da Organização Mundial da Saúde, a imunização ocorre com a aplicação de dose única, porém, não é indicada para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (portadores de Lúpus, por exemplo).

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