Sobe número de mortes na Itália, mas novos casos desaceleram

Arquivado em: Destaque do Dia, Europa, Mundo, Últimas Notícias
Publicado terça-feira, 14 de abril de 2020 as 14:51, por: CdB

A Itália também soma 37.130 curados, 1.695 a mais (4,8%%) que no balanço anterior. Com isso, a quantidade de casos ativos (que desconta curados e mortos) atingiu 104.291, evolução de 0,7%.   

Por Redação, com ANSA – de Roma

O número de contágios pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) na Itália chegou a 162.488, segundo balanço divulgado nesta terça-feira pela Defesa Civil.

O número de contágios pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) na Itália chegou a 162.488, segundo balanço
O número de contágios pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) na Itália chegou a 162.488, segundo balanço

Isso representa um aumento de 1,9% em relação ao dia anterior, índice mais baixo desde o registro dos primeiros casos de transmissão interna no país, em fevereiro. Em termos absolutos, o crescimento foi de 2.972 contágios, menor cifra desde 13 de março, quando houve 2.547 infecções.

Já o número de mortes chegou a 21.067, após um acréscimo de 602 óbitos, alta de 2,9%. Na segunda-feira, o crescimento havia sido de 566 falecimentos (+2,8%).

A Itália também soma 37.130 curados, 1.695 a mais (4,8%%) que no balanço anterior. Com isso, a quantidade de casos ativos (que desconta curados e mortos) atingiu 104.291, evolução de 0,7%.

Desse total, 73.094 estão em isolamento domiciliar; 28.011 pacientes estão internados em quartos normais; e 3.186 seguem em UTIs. Esse é o 11º dia seguido de queda no número de pessoas em terapia intensiva.

As autoridades sanitárias

De acordo com as autoridades sanitárias da Itália, o país já atingiu o “pico” da pandemia, mas este se apresenta na forma de um “platô”, ou seja, a curva de contágios ainda levará um tempo para começar a cair.

O primeiro-ministro Giuseppe Conte estendeu a quarentena até 3 de maio, mas algumas atividades comerciais, como livrarias e papelarias, puderam reabrir as portas nesta terça-feira, com exceção de determinadas regiões, como Lombardia e Piemonte.

Apesar disso, o ministro da Saúde Roberto Speranza afirmou no sábado que a vida só deve voltar à normalidade completa quando houver uma vacina contra o novo coronavírus.