Socorristas buscam sobreviventes de deslizamento após tufão nas Filipinas

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Publicado segunda-feira, 17 de setembro de 2018 as 10:15, por: CdB

Cerca de 300 policiais, bombeiros e voluntários armados principalmente com ferramentas de mão corriam para retirar pedras, lama, destroços e água de esgoto de edifícios desmoronados na tentativa de encontrar sinais de vida depois da retirada de 12 corpos

Por Redação, com Reuters – de Manila

As esperanças de encontrar sobreviventes nos escombros de um enorme deslizamento de terra nas Filipinas diminuíram nesta segunda-feira, quando agentes de resgate de uma região montanhosa remota lutavam para alcançar dezenas de pessoas que podem estar soterradas dois dias após a passagem de um tufão intenso.

Socorristas buscam pessoas soterradas por deslizamento provocado pelo tufão Mangkhut, nas Filipinas

Cerca de 300 policiais, bombeiros e voluntários armados principalmente com ferramentas de mão corriam para retirar pedras, lama, destroços e água de esgoto de edifícios desmoronados na tentativa de encontrar sinais de vida depois da retirada de 12 corpos.

O vilarejo de Ucab, na região de Cordillera, foi atingido por um dos 50 deslizamentos de terra resultantes das chuvas fortes provocadas pelo tufão Mangkhut, que se abateu sobre o extremo norte das Filipinas na manhã de sábado e matou ao menos 54 pessoas.

Só três pessoas foram resgatadas em Ucab, e 55 estão desaparecidas, seis delas crianças. Muitos dos adultos estavam em um alojamento abandonado próximo de uma capela e da casa de um pastor e sua família. As edificações foram todas esmagadas pela terra e por pedras.

– Tenho 99 %  de certeza de que as pessoas ali estão mortas – disse o prefeito Victorio Palangdan. “Continuaremos até retirarmos todas elas”.

Os agentes de resgate usavam as próprias mãos para retirar pedaços de telhado, blocos de concreto e tábuas, passando os destroços de mão e mão em uma longa fila até uma pilha localizada a 15 metros de distância.

O tufão afetou cerca de cinco milhões de filipinos, 150 mil dos quais estavam em centros de acolhimento quando a tempestade chegou com ventos de 205 quilômetros por hora e rajadas de até 305 quilômetros por hora.

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