SP: polícia utiliza robô para retirar falsa granada em frente ao Consulado da Rússia

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Publicado segunda-feira, 23 de maio de 2022 as 13:52, por: CdB

Entretanto, ao final da operação, foi avaliado que se tratava de uma bomba falsa. O local ficou interditado por cerca de três horas, mas liberado no começo da madrugada desta segunda-feira. No dia 16 de setembro do ano passado, o Consulado da China no Rio de Janeiro também sofreu um atentado com bomba.

Por Redação, com Sputnik – de São Paulo/Brasília

Para “desarmar” a suposta bomba, policiais usaram roupas especiais e um robô. Até o momento, ninguém reinvidicou a autoria da ação.

Polícia utiliza robô para retirar falsa granada deixada em frente ao Consulado da Rússia em SP

Na noite de domingo, uma granada foi deixada em frente ao Consulado da Rússia, na Zona Sul de São Paulo.

Em seguida, policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) foram acionados, e para retirarem a bomba suspeita, foram utilizados roupas especiais e um robô, segundo o portal G1.

Entretanto, ao final da operação, foi avaliado que se tratava de uma bomba falsa. O local ficou interditado por cerca de três horas, mas liberado no começo da madrugada desta segunda-feira.

No dia 16 de setembro do ano passado, o Consulado da China no Rio de Janeiro também sofreu um atentado com bomba.

As imagens das câmeras de vigilância do prédio mostraram um homem, vestido de casaco preto e máscara, arremessando um artefato explosivo contra o prédio. Ninguém ficou ferido.

Operação Ninja

Na última sexta-feira, a Polícia Federal deflagrou a Operação Ninja, visando desarticular uma organização criminosa responsável por ao menos três financiamentos fraudulentos de veículos.

Foram mobilizados 20 policiais federais, que cumprem cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba nas cidades de Maringá e Mandaguaçu.

A investigação é derivada da Operação Acesso Soturno, deflagrada no início de dezembro de 2021, desenvolvida para apurar o roubo à residência de uma servidora da Justiça Federal de Maringá. Com o avanço dos trabalhos, detectou-se também as manobras do mesmo grupo para realizar financiamentos fraudulentos em nome de laranjas. Somente nestas fraudes, a ORCRIM obteve R$ 256 mil.

Os envolvidos responderão por crime contra o sistema financeiro nacional, na modalidade de obtenção de financiamento fraudulento, e organização criminosa.

Trata-se da terceira Operação decorrente da Acesso Soturno. Além dela, foram deflagradas as Operações SÉCULO (em 3/5/2022) e CANNABIS FURARI (em 12 de maio), visando responsabilizar o mesmo grupo pelo roubo de caminhões carregados com cigarros de origem estrangeira e maconha, respectivamente.

 

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