Spotify compra plataforma de produção musical SoundBetter

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Publicado quinta-feira, 12 de setembro de 2019 as 12:50, por: CdB

O Spotify adquiriu a plataforma de produção musical SoundBetter, informou o serviço de streaming nesta quinta-feira, sem revelar os termos da transação.

Por Redação, com Reuters – de Bangalore, Índia/Paris/Hong Kong

O Spotify adquiriu a plataforma de produção musical SoundBetter, informou o serviço de streaming nesta quinta-feira, sem revelar os termos da transação.

O Spotify adquiriu a plataforma de produção musical SoundBetter

O SoundBetter, com sede em Nova York, se tornará parte do recurso Spotify for Artists, que fornece informações, ferramentas de gerenciamento de perfis e promoção para artistas e suas equipes, disse a empresa sueca.

A plataforma da SoundBetter permite a contratação de músicos, engenheiros de áudio, produtores e compositores. A empresa foi formada em 2012 e possui mais de 180 mil artistas registrados em sua rede, segundo comunicado.

Os usuários ativos mensais do Spotify, incluindo os da versão gratuita suportada por anúncios, aumentaram 29%, para 232 milhões de pessoas no segundo trimestre.

Criptomoeda libra

A criptomoeda libra do Facebook não pode ter permissão para operar na Europa, enquanto persistem preocupações sobre soberania, riscos financeiros sistêmicos e risco de abusos por parte de um participante dominante no mercado, disse o ministro das Finanças da França nesta quinta-feira.

A maior rede de mídia social do mundo anunciou planos em junho para lançar a nova moeda à medida que se expande para o comércio eletrônico, mas a libra foi criticada por reguladores de todo o mundo que temem que ela desestabilize o sistema financeiro global.

O ministro, Bruno Le Maire, não explicou como a França conseguiria manter a libra fora da União Europeia, que tem 28 membros.

Ele também disse que esteve em contato com os atual e próximo presidentes do Banco Central Europeu sobre a criação de uma “moeda digital pública” sob a égide das instituições financeiras internacionais.

Falando sobre o projeto da libra em uma reunião da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, Le Maire disse: “Essa eventual privatização de dinheiro contém riscos de abuso de posição dominante, riscos à soberania e riscos para consumidores e empresas.”

– A libra também representa um risco sistêmico a partir do momento em que você tem dois bilhões de usuários. Qualquer quebra no funcionamento dessa moeda, no gerenciamento de suas reservas, pode criar uma disrupção financeira considerável – disse Le Maire.

– Todas essas preocupações com a libra são sérias. Por isso, quero dizer com muita clareza: nessas condições, não podemos autorizar o desenvolvimento da libra em solo europeu.

Divisão de celulares da Huawei

Os negócios de dispositivos da Huawei, compostos principalmente por smartphones, tiveram um lucro de 11 bilhões de iuanes (US$ 1,55 bilhão) no primeiro semestre deste ano, o mesmo que ganhou em todo o ano de 2018, segundo um raro documento regulatório.

A gigante de tecnologia chinesa foi colocada em uma lista negra comercial dos Estados Unidos em maio, o que interrompeu seu acesso a componentes e tecnologias essenciais dos EUA. A proibição impede empresas americanas como o Google de fazer negócios com a Huawei.

Analistas disseram que o negócio de consumo é o mais vulnerável às sanções de Washington, com o principal impacto provável a ser sentido na segunda metade do ano.

A Huawei disse no mês passado que, embora o impacto da suspensão fosse mais fraco do que o esperado inicialmente, ainda reduziria a receita da unidade de smartphones em cerca de 10 bilhões de dólares este ano.

A Huawei disse anteriormente que os envios de smartphones no primeiro semestre do ano saltaram 24% para 118 milhões de unidades, com a demanda de compradores chineses patrióticos em meio à crescente retórica na mídia local de que a Huawei estava sendo tratada injustamente pelos Estados Unidos.

Sua participação no mercado aumentou mais de 10 pontos percentuais, para 38% no trimestre de junho na China, o maior mercado mundial de smartphones, segundo a empresa de pesquisa de mercado Canalys.

O lucro da Huawei Devices, unidade de propriedade da controladora e proxy para o negócio de smartphones da gigante, foi de 11,2 bilhões de iuanes no primeiro semestre de 2019, enquanto a receita foi de 211 bilhões de iuanes.

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