Suécia registra mais de 4 mil mortes por coronavírus

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Publicado segunda-feira, 25 de maio de 2020 as 14:00, por: CdB

Os dados publicados no site da agência mostraram que as mortes por covid-19, a doença causada pelo vírus, subiram para 4.029, ante as 3.998 registradas no dia anterior, enquanto os casos confirmados totalizavam 33.843, ante os 33.459 anteriores.

Por Redação, com Reuters – de Estocolmo/Bruxelas 

O número de mortes registradas na Suécia em decorrência do novo coronavírus superou  4 mil, mostraram estatísticas publicadas pela Agência de Saúde Pública nesta segunda-feira.

Parque Ralambshov em Estocolmo
Parque Ralambshov em Estocolmo

Os dados publicados no site da agência mostraram que as mortes por covid-19, a doença causada pelo vírus, subiram para 4.029, ante as 3.998 registradas no dia anterior, enquanto os casos confirmados totalizavam 33.843, ante os 33.459 anteriores.

A Suécia adotou uma abordagem leve para combater o vírus, deixando a maioria de escolas, lojas e restaurantes abertos e contando com medidas voluntárias focadas no distanciamento social e na boa higiene.

Em relação à densidade populacional, as mortes no país foram mais altas do que em seus vizinhos nórdicos, mas ainda assim mais baixas do que em alguns países europeus atingidos pelo vírus, como Espanha e Reino Unido, que implementaram quarentenas rigorosas.

Bélgica

A Bélgica não voltará a adotar as medidas rigorosas impostas durante quase dois meses para combater o surto de coronavírus, mesmo se houver uma segunda onda de casos de covid-19, disse o ministro do Interior.

O país de 11,5 milhões de habitantes na prática fechou em meados de março, já que só lojas que vendem alimentos e farmácias funcionaram, mas outras atividades vêm sendo retomadas de forma contínua em maio, inclusive a reabertura de outros tipos de lojas.

– O primeiro isolamento deu conta da situação em que acabamos chegando. Estas foram circunstâncias excepcionais, mas nunca tivemos condições italianas ou espanholas”, disse Pieter De Crem à emissora VTM no domingo.

Segundo ele, graças às medidas de isolamento rígidas os hospitais belgas não tiveram que negar atendimento médico às pessoas.

– Se houvesse uma segunda onda, acho que nos encontraremos em uma situação diferente, especificamente quanto a exames e rastreamento. Mas acho que podemos descartar que teremos que voltar às medidas duras – disse De Crem.

A Bélgica, que abriga as sedes da União Europeia e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), está entre os países mais afetados da Europa, já que teve 57.092 casos de covid-19 e 9.280 mortes até agora, mas os números de casos, hospitalizações e fatalidades diminuíram desde o pico do início de abril.

O governo belga fará uma reunião com líderes regionais e especialistas econômicos e médicos no dia 3 de junho para debater um afrouxamento adicional das restrições, que pode se estender a restaurantes e atividades de lazer.

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