Supercomputador ‘volta no tempo’ para desvendar mistério da história do Universo

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Publicado quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021 as 14:22, por: CdB

Contando com a ajuda de um supercomputador, uma equipe de cientistas japoneses “voltou no tempo” para explicar a “inflação repentina”, um dos mistérios mais importantes da astronomia moderna.

Por Redação, com Sputnik – de Tóquio

Contando com a ajuda de um supercomputador, uma equipe de cientistas japoneses “voltou no tempo” para explicar a “inflação repentina”, um dos mistérios mais importantes da astronomia moderna.

Supercomputador ‘volta no tempo’ para desvendar importante mistério da história do Universo

Os astrônomos testaram um método, aplicado a quatro mil universos simulados, para reconstruir o estado do Universo primitivo.

Com o supercomputador ATERUI II, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, eles descobriram que o método pode estabelecer melhores restrições sobre a inflação, um dos eventos mais misteriosos da história do Universo.

– Nós descobrimos que este método é muito eficaz (…) Usando este método, nós podemos verificar as teorias da inflação com aproximadamente um décimo da quantidade de informação. Este método pode reduzir o tempo necessário de observação nas próximas missões para estudar as galáxias (…) – afirmou Masato Shirasaki, líder da equipe de pesquisa.

Astronomia moderna

A repentina inflação ocorrida no Universo é um dos maiores mistérios da astronomia moderna, já que deveria ter criado flutuações de densidade primordiais, que teriam afetado a distribuição do desenvolvimento das galáxias, ou seja, o mapa da distribuição das galáxias pode descartar modelos de inflação que não coincidam com os dados observados.

Por esta razão, o supercomputador mais rápido do mundo foi utilizado para criar quatro mil universos simulados e desenvolvê-los através do crescimento impulsionado pela gravidade.

Por sua vez, a equipe descobriu um método capaz de corrigir os efeitos gravitacionais e melhorar as restrições sobre as flutuações de densidade primordiais, segundo estudo publicado no portal Physical Review D.

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