Reunião do Copom começa com previsão de queda nas taxas de juros

A maioria das instituições financeiras consultadas pelo BC prevê redução de 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano, o menor nível da história, nesta reunião. No entanto, parte dos analistas acredita que a recente alta do dólar e do preço da carne pode fazer o BC manter a taxa em 4,5% ao ano e adiar a queda para os próximos meses.

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Paralisia na indústria tende a manter a inflação comportada e no centro da meta, preveem analistas

O centro da meta oficial de 2020 é de 4% e, de 2021, de 3,75% ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Em 2019, o choque da alta nos preços das carnes pressionou a inflação oficial do Brasil, terminando o ano acima do centro da meta oficial, porém dentro do limite pelo quarto ano seguido — avanço de 4,31%, quando o centro da meta do governo era de 4,25%.

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BC aponta ‘alguma aceleração’ da economia nos próximos trimestres

“Os trimestres seguintes devem apresentar alguma aceleração (do crescimento econômico), que deve ser reforçada pelos estímulos decorrentes da liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS-Pasep) – com impacto mais concentrado no último trimestre de 2019”, acrescenta o Copom.

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