Berlim e cineastas pedem para Irã não prender Urso de Ouro

Mohammad Rasoulof, diretor iraniano premiado, internacionalmente, sofre com a censura do regime islâmico iraniano

Por Rui Martins – A direção do Festival Internacional de Cinema de Berlim divulgou nota, enviada ao governo iraniano, para não ser preso o cineasta Mohammad Rasoulof, premiado com o Urso de Ouro, por seu filme Não há Nenhum Mal. Outros festivais e personalidades do cinema assinam o documento.

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Jeremy Irons em Berlim, nem sexista e nem homofóbico

Por Rui Martins – O ator e presidente do júri da principal competição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, Jeremy Irons, aproveitou a entrevista coletiva do júri com a imprensa, para corrigir a impressão deixada, em outras entrevistas no passado, e que voltaram a circular, negando ser sexista e homofóbico.

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Cinema chinês não irá a Berlim

Por Rui Martins – A maioria dos principais estudios de cinema chineses cancelaram sua presença no Festival Internacional de Berlim, com início dentro de poucos dias (dia 20),onde teriam estandes de vendas de filmes no Mercado de Filmes Europeus. A tendência é a mesma com outros países asiáticos.

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Festival de Berlim preparado para o Coronavirus

Por Rui Martins – O Festival Internacional de Cinema de Berlim, Berlinale, deverá começar dentro de duas semanas. Até lá. se espera já ter sido controlada a expansão do Coronavirus e que possam vir a Berlim as delegações de filmes e de empresas de cinema bem como jornalistas da China e países afetados.

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Berlim, sem Netflix, tem filme brasileiro na competição

Por Rui Martins – Governo brasileiro quer acabar o cinema brasileiro, mas o Festival Internacional de Cinema de Berlim selecionou para a competição um filme típico dos filmes engajados do Cinema Novo, da época da ditadura militar – Todos os Mortos. Uma espécie de denúncia de que a escravidão dos negros ainda não terminou no Brasil.

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Berlim – Agnès Varda, da nouvelle vague aos nossos dias

Por Rui Martins, de Berlim – Emocionante reencontro. Primeiro, ela, Agnès Varda, sentada na cadeira de realizadora, conta na tela da Berlinale, como foram seus mais de quarenta anos no cinema, filme por filme. Terminada a projeção desse filme-documentário, ela surge em carne e osso.

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