O monólogo cibernético não veio para ficar

Por Luciano Siqueira – Um sujeito inexpressivo, parlamentar bisonho há quase trinta anos, é escolhido por forças poderosas, disputa a presidência do maior país da América do Sul e ganha. E ainda sai com o galardão de ter vencido sem debater, nem explicar — inaugurando o monólogo quase monossilábico e primário como forma exclusiva de comunicação com os eleitores.

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