Economistas precificam alta nos juros, após reunião do Copom

Juros, Selic

A maior parte dos economistas espera que o BC mantenha a porta aberta, evitando se comprometer com o fim do ciclo de alta ou a continuidade dos aumentos além da reunião desta semana. Alguns analistas consideram que o BC poderá encerrar o ciclo de aperto monetário nesta semana diante do risco de recessão global, que pesa sobre as commodities.

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Copom, reunido, traça a nova taxa básica de juros brasileira

A expectativa majoritária do mercado financeiro é de alta de 0,50 ponto porcentual dos juros básicos, para 13,75% ao ano, conforme 49 das 51 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast. Uma casa espera aumento de 0,25 ponto, a 13,50%, enquanto uma projeta a manutenção do patamar atual da Selic.

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Copom se reúne para definir a taxa de juros, mas há dúvidas sobre queda

Algumas instituições financeiras calculam que o Copom deverá encerrar o ciclo de aumento dos juros, apesar das pressões atuais sobre a inflação. As opções de Copom negociadas na véspera, porém, mostram uma ligeira redução das apostas de que o BC conseguirá encerrar o ciclo de alta da Selic nesta quarta-feira, com uma última elevação de meio ponto percentual.

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Copom: investidores acreditam ainda menos na redução dos juros

O movimento reflete cautela dos investidores diante da disparada dos rendimentos dos Treasuries norte-americanos, que puxam os juros futuros e pressionam a curva doméstica. A liquidação de ações global foi iniciada na sexta-feira, depois dos dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos, que vieram pior do que o esperado.

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Diretor do BC aponta para novo ciclo de juros mais estáveis

Há cerca de duas semanas, o Conselho de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a Selic em 1,0 ponto percentual, a 12,75% ao ano, e disse ser provável uma extensão do movimento de alta dos juros com um ajuste de menor magnitude na próxima reunião, em junho, sem especificar se esse seria o último aumento da taxa.

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Copom segue contra o Brasil

Por Paulo Kliass – Em pouco mais de um ano, a Selic sofreu um incremento de quase 500%. Para ficarmos em uma linguagem tão grata ao financês, não há sociedade que resista impunemente a tal arrocho da política monetária.

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Tendência dos juros é de alta, constatam analistas

Até agora, a maioria dos economistas ouvidos pela mídia conservadora espera que o BC opte por um aumento de 1 ponto porcentual da Selic, de 10,75% para 11,75% ao ano, o que já seria o maior nível em cinco anos. Mas já está no radar um ciclo de altas mais longo que o esperado anteriormente, com a taxa de juros chegando até a mais de 13%.

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Em ata, Copom revela que vai reduzir a velocidade de alta nos juros

O Copom destaca ainda que os “passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar a convergência da inflação para suas metas, e dependerão da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação para o horizonte relevante da política monetária”.

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Copom planeja nova alta dos juros, na primeira reunião do ano

Principal instrumento do Banco Central para o controle da inflação, a Selic continua em ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018.

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