Dólar registra ligeiro avanço ante moeda brasileira

Na véspera, o dólar à vista fechou o pregão em alta de 0,28%, a R$ 4,0032 na venda, voltando a ficar acima dos R$ 4

O dólar avançava ante o real nesta quarta-feira, com os agentes do mercado atentos às decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, com expectativas de corte de juros. Às 10:33, o dólar avançava 0,52%, a R$ 4,0240 na venda. Na terça-feira, o dólar à vista fechou o pregão em alta de 0,28%, a R$ 4,0032 na venda, voltando a ficar acima dos R$ 4.

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Mercados de olho em decisão do Fed sobre juros

Quando as autoridades do Federal Reserve concluírem sua reunião de política monetária ainda nesta quarta-feira, podem ter finalmente obtido sucesso em separar as ações que adotam no gerenciamento da carteira do banco central norte-americano das decisões sobre a taxa de juros. Investidores que aguardam os comentários do Fed nesta quarta-feira estão agora livres para focar no que normalmente é a principal atração da reunião de política monetária: a direção da taxa de juros.

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Em dia de cautela, dólar mantém estabilidade ante o real

O dólar operava perto da estabilidade contra o real nesta terça-feira, em meio a expectativas em torno das reuniões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, em dia de otimismo cauteloso sobre a guerra comercial iniciada por Washington contra Pequim. Às 10:17, o dólar avançava 0,01%, a R$ 3,9921 na venda.

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Fed planeja novo corte de juros para conter desaceleração

Em meio ao que se tornou uma década de ouro para o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos cortou as taxas de juros em pequenas levas duas vezes na década de 1990, conseguindo ajudar a economia norte-americana a continuar crescendo apesar do investimento e do crescimento fracos no exterior. O Federal Reserve de hoje espera que uma terceira vez se prove igualmente eficaz.

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Rússia reduz principal taxa de juros para 6,5%

O banco central da Rússia reduziu sua principal taxa de juros em 0,5 ponto percentual nesta sexta-feira, para 6,5%, no corte mais acentuado em dois anos, e disse que vai considerar a necessidade de novas reduções nos próximos meses devido à desaceleração da inflação.

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